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Hassan Rouhani acusou Israel de agir como um 'mercenário' dos Estados Unidos. O presidente iraniano Hassan Rouhani Brendan Mcdermid / Arquivo / Reuters O presidente do Irã, Hassan Rouhani, responsabilizou neste sábado (28) Israel pelo assassinato do principal cientista por trás do projeto nuclear iraniano e acusou o país de agir como um "mercenário" dos Estados Unidos. "Mais uma vez, as mãos malignas da arrogância global, com o regime usurpador como um mercenário, foram manchadas com o sangue de um filho desta nação", disse Rouhani em um comunicado postado em seu site oficial, referindo-se ao assassinato do cientista Mohsen Fakhrizadeh. O Irã geralmente usa o termo "arrogância global" para se referir aos EUA. Mohsen Fakhrizadeh foi morto na sexta-feira (27) em Damavand, na província de Teerã. Segundo o Ministério da Defesa do Irã, ele estava em um carro quando foi baleado. Testemunhas afirmam ter ouvido o barulho de uma explosão e em seguida o som de rajadas de metralhadoras. O que se sabe sobre o assassinato do maior cientista nuclear do Irã Governo do Irã prometeu vingar assassinato do principal cientista nuclear do país Anteriormente, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Javad Zarif, postou mensagem na qual afirmou que o assassinato foi "uma covardia" e um ato terrorista, e disse que há "sérias indicações do papel israelense". "Terroristas assassinaram um eminente cientista iraniano hoje. Esta covardia - com sérias indicações do papel israelense - mostra uma guerra desesperada contra os perpetradores. O Irã apela à comunidade internacional - e especialmente à UE - para acabar com seus vergonhosos padrões duplos e condenar este ato de terror de Estado", escreveu Zarif. Segundo o jornal "New York Times", o cientista era um dos maiores alvos da Mossad, o serviço de inteligência israelense. Foto divulgada pela agência semi-oficial Fars mostra local onde o cientista iraniano Mohsen Fakhrizadeh foi morto na sexta-feira (27) Fars News Agency / via AP Photo O porta-voz do gabinete do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu afirmou que ele não comentaria a morte de Fakhrizadeh. Armas nucleares Fakhrizadeh era considerado o principal nome dos programas secretos iranianos para projetar uma ogiva atômica pelos serviços de inteligência dos EUA e de Israel e trabalhou no programa de armas nucleares do Irã por duas décadas, até que este foi oficialmente interrompido no começo dos anos 2000. Há suspeitas, porém, de que ele continuou envolvido em planos secretos depois disso. De acordo com a Associated Press, Fakhrizadeh liderou o chamado programa “Amad” ou “Esperança” do Irã. Israel e o Ocidente alegaram que se tratava de uma operação militar visando a viabilidade de construir uma arma nuclear no Irã. Teerã há muito mantém que seu programa nuclear é pacífico. A Agência Internacional de Energia Atômica diz que o Irã "realizou atividades relevantes para o desenvolvimento de um dispositivo explosivo nuclear" em um "programa estruturado" até o final de 2003. Esse seria o programa Amad, que incluiu o trabalho em altos explosivos cuidadosamente cronometrados necessários para detonar uma bomba nuclear.
Efeito da pandemia na dívida pública em 11 anos é de R$ 876 bi, segundo números do Ministério da Economia. Estimativa de economia com Previdência no período é de R$ 855 bi em 10 anos. Os gastos com a pandemia do novo coronavírus neste ano e o aumento que esses gastos representam nas despesas com juros da dívida pública nos próximos dez anos já correspondem ao valor estimado para toda a economia com a reforma da Previdência até 2030, segundo números do governo. Nesta semana, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que o impacto da pandemia nas contas públicas neste ano em razão da perda de arrecadação e dos gastos extraordinários para combater os efeitos da Covid-19, estão estimados em R$ 615 bilhões. Além disso, segundo ele, também há o efeito do aumento do pagamento dos juros da dívida pública. Isso deve gerar despesas adicionais com juros de R$ 261 bilhões nos próximos dez anos, valor calculado pela Secretaria do Tesouro Nacional. Essas despesas com juros em dez anos, segundo o Tesouro, estão divididas em: Juros motivados pela despesa com auxílio emergencial: R$ 143,3 bilhões Juros motivados pelo auxílio federativo: R$ 26,8 bilhões Juros decorrentes do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm): R$ 23 bilhões Outros: R$ 68,5 bilhões A maior parte (R$ 143,3 bilhões) dos gastos com juros refere-se ao pagamento do auxílio emergencial, cujo valor total estimado para 2020 é de R$ 322 bilhões em 2020. Somado o impacto nas contas públicas previsto para este ano (R$ 615 bilhões) com a previsão de aumento das despesas com juros (R$ 261,6 bilhões em dez anos), o efeito da pandemia na dívida pública nesse período é de R$ 876 bilhões. "O custo intergeracional, ao longo do tempo, calculamos em R$ 261 bilhões — custo do endividamento trazido pelas medidas da Covid ao longo dos próximos dez anos — ou 0,4% do PIB. A gente tem que se preocupar com o hoje e com o amanhã", declarou Waldery Rodrigues durante audiência pública na comissão do Congresso Nacional que acompanha as medidas de combate ao coronavírus na última terça-feira (24). O valor se aproxima ao da última estimativa do Ministério da Economia para a economia a ser gerada pela reforma da Previdência Social até a próxima década (R$ 855 bilhões). Entre outros pontos, a reforma da Previdência definiu idade mínima de aposentadoria para homens (65 anos) e mulheres (62 anos); regras de transição para os trabalhadores da ativa; novas regras de acesso aos benefícios. Segundo o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente do Senado Federal (IFI), Felipe Salto, sem a reforma da Previdência, a situação das contas públicas brasileiras seria muito pior. "A gente pode dizer que, sem a reforma da Previdência, aprovada ainda que tardiamente, as projeções para a dívida pública estariam mais altas. Certamente, estaríamos em uma situação pior. Foi uma reforma importante e acho que vai começar a gerar resultados visíveis a partir do médio prazo. Todo mundo sabia que não seria um efeito imediato, mas foi importante para as expectativas e para a dívida", disse ao G1. Paulo Guedes defende que o pior da pandemia já passou e que a economia dá sinais de recuperação Aumento da dívida pública Com o impacto das ações de combate ao coronavírus nas contas públicas, o governo prevê que a dívida bruta do setor público avance de 75,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 para 94,4% do PIB no fechamento deste ano — bem acima da média dos demais países emergentes, de pouco mais de 60% do PIB. A estimativa do Tesouro Nacional é de que a dívida bruta siga crescendo nos próximos anos, alcançando a marca de 95,7% do PIB em 2023. A Instituição Fiscal Independente avalia que o endividamento brasileiro deve atingir 100% em 2024, até lá, "dificilmente serão alcançadas as condições de sustentabilidade". Em razão do forte aumento da dívida, o Tesouro Nacional analisou nesta semana que não há espaço para "medidas que dificultem o processo de consolidação fiscal e fragilizem a regra do teto de gastos", e defendeu avançar, ainda em 2020, com as PECs do pacto federativo, emergencial e dos fundos públicos, além dos marcos regulatórios de cabotagem (navegação entre portos do mesmo país), do gás e das ferrovias. Para Felipe Salto, da IFI, está faltando liderança da área econômica do governo na condução dos projetos do pacto federativo e da emergência fiscal, que já estão no Legislativo, e também transparência sobre o futuro das contas públicas. "Não adianta dizer: 'Fazemos a proposta e agora a bola está com Congresso'. Não é assim que acontece. O zelo macrofiscal está como o Executivo. Precisa transparência, mostrar que o orçamento do ano que vem vai ser pior que o projeto [devido a possíveis gastos com a Covid, como vacina e nova extensão do auxílio emergencial]. Se há um risco de rompimento do teto [de gastos], então tem que dar a solução", avaliou. Segundo Salto, também faltam indicações sobre um plano de médio prazo para conter o déficit público e controlar a dívida. "Estão insistindo no discurso do teto, só que não estão tendo como fundamentar. O mercado faz as contas e fica preocupado [diante da possibilidade de o teto ser rompido]. Esse dilema 'ou é o teto ou acabou o mundo' é uma armadilha. Não dá pra ficar preso. E responsabilidade fiscal é divida pública equilibrada", afirmou. "Se for pelo lado da receita [possível alta de impostos], é uma medida dura. Se não dá pra fazer tudo pelo lado do gasto, tem de mostrar como a receita vai ser modificada, revisar gasto tributário [benefícios fiscais]", complementou. VÍDEOS: últimas notícias de economia

Caio Vianna (PDT) e Wladimir Garotinho (PSD) disputam a preferência dos mais de 360 mil eleitores em Campos. Debate foi transmitido pelo G1 e pela Inter TV RJ Reveja: debate da Inter TV RJ no segundo turno com os candidatos à prefeitura de Campos dos Goytacazes Caio Vianna (PDT) e Wladimir Garotinho (PSD) disputam a preferência dos mais de 360 mil eleitores em Campos. Debate foi transmitido pelo G1 e pela Inter TV RJ
Debate da Inter TV MG no segundo turno com os candidatos à prefeitura de Governador Valadares

Candidatos à prefeitura de Cuiabá no segundo turno participaram de debate na TV Centro América, nesta sexta-feira (27). Reveja: Abilio e Emanuel Pinheiro no último debate Candidatos à prefeitura de Cuiabá no segundo turno participaram de debate na TV Centro América, nesta sexta-feira (27).
Globo e G1 transmitiram ao vivo a entrevista nesta sexta-feira (27) Com ausência de candidato Bocalom (PP), Rede Amazônica faz entrevista com candidata à Prefeitura de Rio Branco Socorro Neri (PSB) Globo e G1 transmitiram ao vivo a entrevista nesta sexta-feira (27)

Socorro Neri (PSB) respondeu a perguntas e apresentou propostas. Debate foi substituído por entrevista ao vivo após Tião Bocalom (PP) desistir de participar. Candidata Socorro Neri (PSB) foi entrevistada na noite desta sexta-feira (27), na Rede Amazônia Acre Aline Nascimento/G1 A candidata à Prefeitura de Rio Branco Socorro Neri (PSB) foi entrevistada na noite desta sexta-feira (27) na Rede Amazônica Acre. O debate que ocorreria foi substituído por perguntas em razão da desistência do candidato Tião Bocalom (PP). O G1 vai acompanhou a entrevista em tempo real. A desistência de Bocalom foi informada em nota assinada pelo coordenador-geral de campanha, Arthur Neto. A nota diz que "durante o primeiro turno, o candidato participou de todos os debates, seis ao todo, em diversas plataformas de comunicação, onde apresentou nossas propostas, falou de sua premiada experiência na gestão pública e debateu os mais variados temas com todos os outros seis candidatos." A substituição do debate pela entrevista estava prevista nas regras assinadas pelos representantes dos dois candidatos. Durante 20 minutos, a candidata respondeu perguntas sobre o abastecimento de água na capital acreana, fiscalização para evitar a proliferação dos casos de Covid-19, transporte público, malha viária, educação e outros. Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Tião Bocalom teve 87.987 votos (49,58% dos votos), ante 40.250 de Socorro Neri – o que representa 22,68% dos votos. A eleição em Rio Branco teve 27,23% de abstenção, 1,80% votos brancos e 3,18% votos nulos. A votação em segundo turno será realizada no domingo 29). De acordo com as regras, a candidata podia fazer duas perguntas que faria ao candidato Tião Bocalom (PP), mas não poderia responder nenhuma delas. Confira as perguntas feitas à candidata Entrevistador: Candidata, a senhora está há dois anos administrando Rio Branco. Foi eleita em uma chapa encabeçada pelo PT. Agora, se aliou ao governador Gladson Cameli, que é declaradamente de direita. O que mudou? Socorro Neri: Continuo sendo a mesma que era antes, continuo defendendo as mesmas convicções, continuo a mesma servidora pública que sou há 37 anos, que serve ao público e me dedico à construção do bem coletivo. Alianças políticas existem e têm objetivos claros. Nesse caso específico, o governador e eu nos aproximamos na pandemia, desenvolvemos afinidades, trocando divergências e estamos trabalhando e buscando integrar as ações da prefeitura, de forma a integrar e fazer mais pela nossa cidade. Entrevistador: No primeiro turno tínhamos sete candidatos, a senhora passou para o segundo turno, mas não conseguiu o apoio oficial de nenhuma outra candidatura. Qual foi a dificuldade para fazer composições nesta etapa do processo eleitoral? Socorro Neri: No primeiro turno estava muito claro que os candidatos estavam, todos eles, alinhados, buscando atuar em conjunto para tentar me desestabilizar com uma rede de ódio, rede de mentiras e, de forma alguma, ocorreu no segundo turno essa possibilidade. O que acontece, realmente, é que esse ajuntamento de políticos tradicionais, chamado caciques da nossa cidade, tem o objetivo claro de usar a prefeitura como trampolim, como moeda de troca para eleições de 2022, e todos sabem que comigo não tem negociata, não tem jeitinho, nem privilégios ou favorecimento. Busco trabalhar e tenho feito isso nesses dois anos e tenho mostrado que de forma clara meu compromisso é com a população e melhoria da nossa cidade. Entrevistador: Durante toda a campanha eleitoral surgiu a discussão sobre a necessidade de o município voltar a ser responsável pela distribuição de água e tratamento de esgoto. A senhora já falou que a prefeitura não tem como arcar com essa despesa, mas a senhora concorda que a crise no abastecimento de água que atinge toda a população de Rio Branco é grave e que por lei o município tem essa obrigação. A senhora mudou ou continua com o mesmo pensamento? Socorro Neri: É constitucional que cabe ao município os serviços de água, abastecimento e esgoto. Mas, é constitucional também que se o município fizer, de forma pactuada com o Estado como fez em 2012, o Estado pode também fazer gestão desses serviços. De 2012 para cá, é preciso que se olhe o que estado fez no município de Rio Branco em termo de investimento no serviço de abastecimento e esgoto. De fato, esse é um problema gravíssimo que temos hoje, é um dos maiores desafios que temos na nossa cidade. Agora, não é colocando, de forma abrupta da noite para o dia, e devolvendo o sistema para gestão para a prefeitura, que nós vamos melhorar esse problema, resolver e em enfrentá-lo, buscando melhorar para oferecer serviço de melhor qualidade para a nossa população. Eu sou tão incomodada com essa situação quanto todos os outros moradores da nossa cidade. Agora tenho dito, a forma de solucionar não é privatizando, estatizando, como segurei isso e não permite isso, é em uma gestão compartilhada do estado com a prefeitura, de forma que a prefeitura possa ir, aos poucos, assumindo o sistema e junto fazer os melhoramentos necessários. Entrevistador: De que forma poderia ser feita essa gestão compartilhada? Socorro Neri: Vou lhe dar um exemplo. Tenho uma informação não oficial de que, até outubro, o sistema de água e esgoto, por meio do Depasa, arrecadou R$ 38 milhões do pagamento dos usuários. Mas, o Estado teve que investir no Depasa mais de R$ 59 milhões do Tesouro Estadual. Imagina se a prefeitura daria conta de assumir isso da noite para o dia, de uma vez só? Seria preciso fazer um plano de trabalho conjunto de modo que a responsabilidade do Estado também seja mantida com a capital, com a população, e os dois, Estado e prefeitura possam fazer uma gestão profissional, séria e honesta, buscando enfrentar, de forma clara, captação de recursos para os investimentos necessários, além, claro, da manutenção adequada que a cidade inteira está clamando. Entrevistador: Estamos vivendo uma pandemia, candidata, sei que a prefeitura tomou algumas ações, em parceria com o governo, para tentar conter a doença, mas a senhora não acha que poderia haver uma fiscalização mais eficiente para tentar evitar aglomerações e medidas de controle? Aqui na capital os casos explodiram nos últimos dias. Hoje [sexta-feira, 27], foram registrados 452 novos casos. As aulas no ensino infantil devem continuar de forma remota até que haja vacinação contra a Covid-19? Socorro Neri: Fizemos fiscalização sim, você lembra muito bem. A população lembra do nosso compromisso para enfrentar a pandemia de frente com a responsabilidade que cabia a mim, como prefeita, e ao governador, com toda estrutura do estado e prefeitura. Houve todo trabalho de assistência, de trabalho integrado, as unidades básicas de saúde entraram também no atendimento, implantamos uma Urap ali na Sobral, a Maria Barroso, que, inclusive, continua com o atendimento durante os finais de semana; implantamos o teleatendimento e fizemos a fiscalização devida, orientando, notificando quando foi necessário, enfrentando de frente pela responsabilidade que temos. Agora, é evidente, que se a população não participar, não entender também como necessário o distanciamento, as medidas de proteção, não há governo nenhum que vá dar conta de uma tarefa grandiosa como essa. Entrevistador: De qualquer forma, existiu sim, deixou a desejar a fiscalização porque, infelizmente, se vê em várias regiões aglomeração, tem a questão do uso de máscara que não existe nenhum tipo de multa, pessoas que não obedecem esse tipo de medida. Entrevistador: A senhora fez um questionamento ao outro candidato no início da entrevista e quero aproveitar isso. Aulas do ensino infantil deve continuar de forma remota até que haja a vacinação contra a Covid-19? Socorro Neri: Estamos trabalhando em um plano desde o início da pandemia, criamos, inclusive, um portal da educação, oferecendo atividades lúdicas, atividades educativas de modo que, mesmo à distância, continuar colaborando, contribuindo e cumprindo nosso dever de apoiar o desenvolvimento de atividades cognitivas de nosso estudante do ensino infantil e até o 5º ano do ensino fundamental da rede municipal. Agora, estamos trabalhando no plano buscando integrar o ano levito de 2020 ao ano letivo de 2021 em ciclos do sistema híbrido. Agora, evidente que tudo isso caminha passo a passos com os indicadores da pandemia. Não podemos colocar nenhuma criança em risco, não podemos colocar os trabalhadores da educação, que são do grupo de risco, que têm uma idade mais avançada, e nem deixar que as crianças levem para suas residências, para parentes idosos e com doenças crônicas. Há um cuidado, uma cautela muito grande que temos tratado essa questão e vamos continuar tratando. Acompanhando passo a passo os indicadores na nossa cidade e ao mesmo tempo trabalhando o fortalecimento agora das atividades remotas das nossas crianças e ao mesmo tempo também o planejamento para 2021. Entrevistador: Na Educação, é inegável os avanços nos últimos anos Rio Branco tem se mantido como uma das melhores avaliadas entre as capitais brasileiras, mas não consegue resolver a questão da falta de vagas em creches. Isso afeta, principalmente, famílias pobres, de pais que precisam trabalhar e não tem com quem deixar os filhos. Como mudar esse quadro? Socorro Neri: Esse é um desafio no país inteiro, a educação infantil precisa avançar em termos de quantidade de vagas a serem ofertadas. Aqui em Rio Branco nós temos a segunda melhor abrangência de vagas em educação infantil da região norte, que são 18% das crianças atendidas, nós vamos enfrentar esse problema e todos que sabem, que me conhecem, sabem que eu já tenho clareza a respeito disso, quando eu assumo uma posição é porque vai ser possível ser realizado. Nós vamos criar, já em 2021, 870 novas vagas na rede municipal, nós vamos criar condições de fazer parcerias com entidades buscando aumentar essa oferta de vagas em creches à medida em que eu compreendo que a etapa mais importante da educação escolar é a educação infantil. Entrevistador: Rio Branco tem um desafio muito grande em relação a moradia. O déficit é muito grande, as construções irregulares estão por toda parte. No seu plano de governo tem a proposta do programa morar melhor. Como funcionaria esse programa? Socorro Neri: Recentemente, o governo federal lançou um programa chamado Casa Amarela, de modo que há uma linha de financiamento público, uma linha de apoio público para que o município ou o estado possam voltar a fazer ações mais concretas, mais abrangentes. Na minha gestão eu entreguei 90 casas ali no Santo Afonso, eram casas que estavam sendo construídas e tive esse trabalho de fazer a entrega para essas famílias. Eu vi o quanto é importante, o quanto uma família recebe uma casa de fato como algo que lhe dá expectativa positiva para o futuro. Nós temos condições também e vamos fazer isso, de trabalhar com lotes urbanizados, o município tem, inclusive, várias áreas que nós podemos urbanizar lotes e fazer também o trabalho para a nossa população apoiando a moradia popular. Entrevistador: Em relação a mobilidade e transporte público, outros grandes problemas da capital acreana. Quanto a malha viária, como resolver a questão dos buracos e ruas intrafegáveis, principalmente, nas periferias da cidade? Socorro Neri: Esses dois anos, Jefson, você e a população sabem o quanto nós enfrentamos esse desafio de frente, nós fizemos já de 2018 para cá muitos bairros, muitas ruas em situação intrafegável, ruas que nunca tinham recebido pavimentação e receberam. Nós fizemos, só neste ano de 2020, 998 recuperação ou pavimentação de ruas aqui em Rio Branco e é evidente que essas ruas não estão no Centro da cidade, elas estão nos bairros da nossa cidade, e fizemos isso como? Economizando recursos próprios da prefeitura, de modo a chegar a esse serviço economizando com combustível, com aluguel de imóveis, com aluguel de veículos, fazendo a reforma administrativa, conseguindo recursos próprios para que a prefeitura pudesse fazer o que está fazendo hoje em todas as regionais da nossa cidade e também na área rural. Entrevistador: O transporte público é uma das maiores reclamações da comunidade, ônibus velhos, sujos e a demora. O que a senhora propõe de diferença para que este serviço melhore? Socorro Neri: Eu tenho dito que de forma urgente precisamos fazer a questão do financiamento do transporte público, não dá para a gente continuar fazendo como grande parte das capitais brasileiras fazem, mantendo o financiamento na conta de quem paga a tarifa, esse sistema precisa ser renovado, nós estamos, inclusive Jefson, apontando, já fizemos duas etapas do que nós pensamos e planejamos melhorar o transporte coletivo em Rio Branco. Quem mora na regional ali do Tucumã e na parte alta da cidade que utilizam os terminais de integração do Adalberto Sena e do Tucumã sabe o que eu estou falando, nós mudamos o sistema do sistema radial para o sistema tronco-alimentado, esse sistema reduz o tempo de espera, melhora o conforto, porque são ônibus grandes, com ar-condicionado. Essa inovação que nós queremos fazer na cidade inteira e vamos também encaminhar em breve à Câmara Municipal a criação de um Fundo Municipal para subsidiar o transporte coletivo.” Entrevistador: Rio Branco é uma cidade que precisa gerar empregos e renda. A prefeitura deve suspender o IPTU de novas empresas no primeiro ano para incentivar os pequenos negócios? Socorro Neri: No que se refere à questão tributária há uma discussão no Congresso Nacional com vários projetos de modo que é uma discussão que vem do Congresso Nacional e que os municípios vão precisar fica atentos, como estão. Portanto, não há como a gente prever o que vai acontecer ano que vem, porque depende dessa medida nacional. Agora, no que se refere à geração de emprego e renda, a capacidade de uma capital como Rio Branco ainda dependente das transferências constitucionais, para fazer um amplo programa de geração de emprego e renda, é muito reduzida. Não vou aproveitar eleição para vender esperança, enganar e criar ilusões para ninguém, mas o que temos feito, com muita dedicação, é criado situações para desburocratizar, para apoiar as empresas, inclusive agora durante a pandemia, para fazer todo esse trabalho de gerar economia e novos postos de trabalho para construção civil, como temos feito, com as obras da prefeitura e também as vagas para as políticas públicas. O que vamos fazer além disso? Vamos continuar buscando o diálogo com a classe trabalhadora, continuar apoiando as ações de quem já está implantado em Rio Branco e buscando a estrutura necessária para que aqueles que não estão, mas querem investir, possam vir investir em nossa cidade, uma cidade melhor estruturada em matéria de infraestrutura, iluminação pública e quem sabe também de segurança pública, porque são elementos que levam a atrair novos investimentos. Entrevistador: Os produtores rurais de Rio Branco enfrentam os ramais de difícil acesso e de apoio técnico pra aumentar os cultivos e conseguir escoar pra cidade. De que forma a senhora pensa resolver essa questão? Socorro Neri: Temos dito um olhar também de enfrentar. É tanto que há os desafios, há as comunidades aqui de Rio Branco, que nesses dois anos, receberam melhoramento como o Quixadá, Benfica, Catuaba, Barro Alto, Barro Vermelho e outros, que receberam melhorando que vão garantir trafegabilidade de inverno a verão. Agora, temos feito também o apoio à mecanização, o apoio ao escoamento da produção, o apoio da comercialização, a assistência técnica. Agora, o que é evidente é que essas ações precisam ser fortalecidas e é o que vamos fazer agora que a prefeitura está enxuta, organizada e em condições melhores. Eu busquei, inclusive, o apoio da Emater, ano passado, para fazer uma parceira com a Secretaria de Agricultura, de modo a fazer uma assistência técnica mais abrangente. Mas, isso, infelizmente, não foi possível. O presidente, à época, da Emater, o candidato Bocalom, não demonstrou interesse, planejamento e disse à minha equipe, no início de setembro de 2019, que o ano já havia acabado, que não havia nada a ser feito. Deu um banho de água fria na minha equipe. Mas, nós não desistimos, sou muito determinada, vamos continuar melhorando a vida de quem produz em nosso município. Eleição 2020: Tião Bocalom e Socorro Neri apresentam propostas para Rio Branco
Arthur Henrique (MDB) e Ottaci (SD) disputam a prefeitura de Boa Vista. Reveja: Arthur Henrique e Ottaci, o último debate Arthur Henrique (MDB) e Ottaci (SD) disputam a prefeitura de Boa Vista.

Eleições gerais estão marcadas para 11 de abril de 2021 e também irão eleger um novo presidente. O peruano Martín Vizcarra discursa logo após sofrer impeachment Luka Gonzales / AFP Photo O ex-presidente do Peru, Martín Vizcarra, que deixou o governo após sofrer impeachment, anunciou nesta sexta-feira (27) que concorrerá ao Congresso nas eleições gerais de 11 de abril de 2021, pelo partido de centro Somos Peru. O pleito também irá eleger um novo presidente. “Os imensos desafios que o Peru enfrenta hoje exigem que nos coloquemos mais uma vez a serviço do povo. Vou encabeçar a lista de candidatos ao Congresso do Somos Peru para continuar as reformas que nos permitam construir um país mais justo e igualitário”, postou em uma rede social. Initial plugin text Investigado por suborno Vizcarra sofreu impeachment em 9 de novembro, suspeito de suborno quando ele era governador da região de Moquegua (entre 2011 e 2014). Ele negou as alegações "infundadas" de que aceitou propinas de empresas que obtiveram contratos públicos quando ele era governador na região do sul do Peru. Vizcarra acusou o Congresso de "brincar com a democracia". Ao ser questionado se a decisão de sair candidato seria uma manobra para garantir imunidade parlamentar no processo que segue em andamento no Peru, Vizcarra admitiu que “uma das bandeiras que vou carregar nesse processo eleitoral, a ser cumprida no Congresso se eleito, é justamente reformar totalmente o conceito de imunidade parlamentar”. Em outra mensagem compartilhada em rede social, o candidato à presidência do Somos Peru, o ex-deputado Daniel Salaverry, deu as boas-vindas a Vizcarra à campanha eleitoral e afirmou estar “certo de que juntos farão grandes coisas pelo Peru”. Após a destituição de Vizcarra, que tinha aprovação popular, o então chefe da Assembleia da República, Manuel Merino, assumiu a Presidência da República. Merino, porém, não tinha apoio da opinião pública, de setores políticos e sociais e enfrentou onda de protestos pelo país. Ele renunciou cinco dias após assumir o cargo interinamente, após uma manifestação terminar com dois mortos e 100 feridos. Após o impeachment de Vizcarra e a renúncia de Merino, o Congresso peruano elegeu Francisco Rafael Sagasti, de 76 anos, como novo presidente interino. A primeira vice-presidência foi ocupada por Mirtha Vásquez, da Frente Ampla, que vai chefiar o Parlamento; a segunda vice-presidência por Luis Roel, da Ação Popular; e a terceira por Matilde Fernández, da Somos Peru.

Cristiane Lopes (PP) e Hildon Chaves (PSDB) disputam segundo turno na capital REVEJA: Cristiane e Hildon no último debate em Porto Velho Cristiane Lopes (PP) e Hildon Chaves (PSDB) disputam segundo turno na capital
Debate foi substituído por entrevista ao vivo após Edvaldo (PDT) desistir de participar. Com ausência de Edvaldo no debate, Delegada Danielle é entrevistada na TV Sergipe A candidata à Prefeitura de Aracaju, Delegada Danielle (Cidadania), foi entrevistada na noite desta sexta-feira (27) na TV Sergipe, em Aracaju. O debate que ocorreria foi substituído por perguntas em razão da desistência de Edvaldo (PDT). A desistência de Edvaldo foi informada pela coligação no partido. A substituição do debate pela entrevista estava prevista nas regras assinadas pelos representantes dos dois candidatos. Durante 20 minutos, a Delegada Danielle respondeu a perguntas sobre saúde, educação, transporte público e combate à corrupção. Ao fim da entrevista, Danielle agradeceu os eleitores. No primeiro turno, a Delegada Danielle teve 55.973 votos, o que equivalente a 21,31% dos votos válidos. Ela ficou atrás de Edvaldo que teve 119.681 votos (45,57%). A votação em segundo turno será realizada neste domingo (29). Confira as perguntas feitas ao candidato Entrevistadora: Pelas regras do debate, a candidata aqui presente pode contar ao público duas perguntas que faria ao candidato ausente, nesse caso ela 30 segundos para formular cada perguntar, em nenhuma hipótese a pergunta poderá conter ofensas pessoais ou agressões ao candidato ausente. Candidata: Queria fazer a seguinte pergunta ao candidato Edvaldo: Candidato, como fazer a população de Aracaju acreditar que problemas tão relevantes para a cidade de Aracaju serão resolvidos em quatros anos, se não foram em 16 anos? Me refiro a filas intermináveis na saúde para exames, a pior capital do Brasil em educação. A sermos a segunda capital em mortalidade infantil e tantos outros problemas e índices que acumulam e que tanto prejudicam Aracaju. Entrevistadora: A senhora terá mais 30 segundos para fazer a segunda pergunta. Candidata: Candidato Edvaldo, é verdade que já existe um acordo político entre você, Jackson Barreto, Belivaldo Chagas e André Moura para que o senhor saia candidato ao governo do estado daqui a dois anos, e largue a Prefeitura de Aracaju nos dois primeiros anos de mandato, caso eleito? Entrevistadora: Depois de feitas as duas perguntas, vamos à entrevista. Reforço que o tempo é de 20 minutos e a entrevista será dividida em três blocos: os dois primeiros com seis minutos e o último com oito minutos. O tempo passa a contar a partir de agora. Candidata, vamos começar falando sobre saúde. A senhora promete zerar a fila de exames em 90 dias. O que mais pretende fazer nessa área? Candidata: Isso é possível, nós estudamos a possibilidade de fazer as parcerias público-privadas com clínicas particulares para que zerássemos essas filas em 90 dias. Nós temos um custo de consultas e exames, da rede pública municipal, em oito vezes mais do que a rede privada. Então, a gente teria a rede privada como backup, nesse primeiro momento, para que pudéssemos zerar essas filas e em seguida nós voltaríamos a utilizar apenas o sistema público de saúde municipal. Porque, gostaria de deixar claro, não aceitamos e não concordamos com a privatização ou terceirização da gestão da saúde. Porém, a gente vai ter a rede privada como backup para que a gente possa prestar este serviço de forma eficiente a população. Além disso, nós prevemos a criação de um Centro de Diagnósticos e Imagem, que é o grande gargalo da saúde hoje. E também o Centro da Atenção a Mulher e a 1ª Infância, pra que a gente possa sair daquele índice, que eu citei no início, de sermos a 2ª capital do Nordeste em mortalidade infantil. Criaremos ainda um Centro de Atenção ao Idoso, que precisa ter um cuidado especial, uma atenção especial à saúde. E também a incrementação dos CRAS e CREIAS, que já é essa assistência social, que desrespeita à saúde, para que as pessoas que tenham qualquer tipo de problema mental, depressão, enfim, esses tipos de doenças ou de acometimento possam receber essa prestação de serviços de saúde efetivo, rápido e eficiente. Entrevistadora: Candidata, vamos falar agora sobre educação. Como melhorar o ensino público aqui na capital? Candidata: Nós somos a pior capital do Nordeste em educação básica. Nós não atingimos a meta de 4.9 e, na nossa opinião, uma série de fatores concorre para isso. Nós tivemos o dobro de investimento no orçamento da educação. Porém, a gente não consegue atingir as metas do IDEB. Isso requer uma gestão moderna e eficiente, requer a valorização do profissional de educação, requer a profissionalização destes profissionais, a capacitação, e ainda todo um gerenciamento da matriz curricular, que precisa ser atual. Considerando que as nossas crianças são bastante interativas, têm acesso às tecnologias e isso precisa estar presente na educação para se tornar algo realmente atrativo. E também trazer para a educação matérias como empreendedorismo, trazer a cultura, o esporte para que sejam bem presentes na escola e a gente possa tirar a nossa educação desse patamar de pior educação básica entre as capitais do Brasil. Entrevistadora: Falando sobre transporte público, a senhora propõe fazer a licitação do ônibus, mas em quanto tempo a senhora pretende fazer essa licitação? Candidata: A licitação do transporte público requer a formação de um consórcio público. Esse consórcio foi montado, ainda nos últimos momentos da gestão João Alves, na Prefeitura de Aracaju. Então, o consórcio público já está montado. É um consórcio que prevê a participação de Aracaju, Barra dos Coqueiros, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro. Sendo que Aracaju é o presidente do consórcio. Então, cabe à capital do nosso estado trazer para si a responsabilidade de fazer essa licitação. E a gente fala muito em licitação do transporte público, porque a licitação traz uma série de benefícios para o usuário, no final. Nós possibilitamos que outras empresas, de outros estados, concorram aqui na nossa capital, neste processo licitatório. Isso impacta diretamente na questão da qualidade dos ônibus, na tarifa, já que a gente tem uma das maiores tarifas do Brasil, no número de linhas. Enfim, numa série de outras situações que impactam àquele usuário do transporte público. Então, o consórcio já está montado há anos e na nossa opinião falta apenas vontade política para que as licitações sejam realizadas e se cumpram o Plano de Mobilidade Urbana, que é a lei de 2012, que prevê que a contratação do transporte público não pode se dar de outra forma, senão através da licitação. Entrevistadora: Nos planos para cultura, a senhora fala em transformar Aracaju na 'Capital do Forró'. Como isso vai ser tratado na sua gestão, caso eleita? Candidata: Olha, a gente tem, além das potencialidades que nós já temos, como o forró, que é algo nacionalmente conhecido. A gente precisa valorizar aquilo que é muito nosso. Então, a gente fala muito do forró, porque a gente poderia transformar. Imagine que a gente tivesse apresentações culturais de forró nas feiras, na orla, nos locais onde os turistas pudessem visitar durante todo ano e não apenas no mês de junho, que é o mês junino, já que seria uma coisa muito nossa. Então, a ideia é que a gente transforme, realmente, Aracaju na 'Capital do Forró' prestigiando o artista local. E não com aquelas festas midiáticas e muito magnânimas, com contratações milionárias de artistas estrangeiros, de fora do estado, em detrimento desses artistas locais que tem um forró muito arraigado que é a nossa cultura. Entrevistadora: Candidata, no plano de governo a senhora fala em combater a corrupção em qualquer nível de espaço na administração pública municipal. Quais mecanismo a senhora pretende criar ou mudar para aumentar essa fiscalização? Candidata: Nós previmos no plano de governo uma secretaria de controle interno, uma secretaria que vai cuidar não só dos assuntos internos dos servidores, de como os contratos vão se desenvolver no âmbito da gestão, mas também garantir que regras de compliance sejam atuantes, sejam existentes nesses contratos das empresas privadas pra com o Poder Público. Então, essa é uma premissa básica pra mim de gestão. Gestão sem transparência, sem honestidade, sem legalidade não tem como existir. E como venho aí do combate à corrupção, como todos vocês sabem, obviamente trago pra essa gestão todos esses princípios de que o dinheiro público precisa ser cuidado, precisa ser aplicado de forma responsável e muito transparente. Entrevistadora: A senhora também fala em rever todos os contratos da prefeitura. Agora, por quais áreas pretende começar essa revisão nos contratos? Candidata: Eu imagino que a revisão dos contratos tem que se dar principalmente, primeiramente, naqueles que são os contratos mais volumosos, que são os contratos mais vultosos pra Prefeitura como a contratação do transporte público, da coleta de lixo. Então, esses são contratos muito altos pra prefeitura, são os mais altos, e que de fato, na minha visão, precisam ser revistos, especialmente porque são contratos emergenciais e que precisam de uma licitação pra ter toda a transparência e toda oportunidade para que as empresas pudessem participar dessas contratações. Então, na minha opinião, a gente começaria por aí, pela revisão desses contratos, e iria fazendo a revisão dos contratos a medida em que fossemos identificando alguma irregularidade ou mesmo algum ato criminoso, se assim existir. Entrevistadora: E para a geração de emprego, como incentivar o crescimento das empresas, do comércio e também das indústrias instaladas aqui em Aracaju? Candidata: Gente, o desenvolvimento econômico requer algumas premissas. A primeira delas é a mão de obra qualificada, e pra isso a gente tem que profissionalizar nossa mão de obra aracajuana. A gente precisa de infraestrutura básica pra que as empresas venham se instalar na nossa cidade. A gente precisa de dinheiro circulando e, pra isso, o desenvolvimento tem que estar em alta. E a gente precisa de uma carga tributária justa, porque os nossos estados vizinhos, capitais vizinhas, elas preveem uma tributação menor do que Aracaju, falo sobre ISS, IPTU. Então, acaba sendo uma concorrência completamente desleal nossa, de Aracaju, para com cidades como Salvador e Maceió. Então, a gente precisa readequar essa carga tributária, pra ser competitiva, e precisa qualificar a nossa mão de obra e a FUNDAT teria um papel importantíssimo dentro dessa gestão de profissionalização da mão de obra, porque a FUNDAT disponibiliza esses cursos. Então, a gente vê hoje uma FUNDAT praticamente inerte e a gente precisa entender quais empresas e indústrias viriam pra Aracaju e pensar na qualificação, já pra que essa mão de obra fosse abarcada por essas novas empresas que viriam para a nossa cidade. Entrevistadora: Vamos falar agora sobre habitação. Como reduzir o déficit habitacional aqui em Aracaju? Candidata: Nós temos hoje um déficit habitacional de 33 mil moradias. Não falo que 33 mil pessoas vivem nas ruas ou em moradias muito ruins, mas são 33 mil pessoas vivendo muito mal. Então, a gente previu no plano de governo a construção imediata de cinco mil casas, o que resolveria aquele problema mais urgente e uma série de outras medidas, como por exemplo, a regularização fundiária. Nós temos hoje diversas pessoas morando há muitos anos em invasões e que o município pode muito bem disponibilizar aquele local, que já existe com moradias construídas para que as pessoas possam ter legalmente a propriedade daquelas casas onde moram. Então, e além disso, Susane, espalham boato que eu não pagaria o aluguel social. É mentira gente. Tanto assim que a gente previu o aumento do aluguel social de R$ 300 pra R$ 400, ou seja, uma atualização do aluguel social. Exatamente pra que essas pessoas não fiquem desamparadas, até que o município possa prover essas habitações dignas, pra todos os aracajuanos. Entrevistadora: Vamos falar sobre os planos para a juventude. O que a senhora pretende fazer pra incentivar os jovens em busca do primeiro emprego? Candidata: Olha, volto pra questão da profissionalização. Primeiro, a gente precisa investir muito na educação de base. Repito, temos a pior educação básica do Brasil. Em seguida, porque esses jovens passam pela educação básica e vão pra educação fundamental e depois precisam entrar no mercado de trabalho. Nem todos vão conseguir entrar diretamente nas universidades. Então, o município pode e deve atuar nessa profissionalização dessa mão de obra, capacitando esses jovens pra que eles estejam habilitados a ocupar qualquer cargo nesse período até que se defina a profissão efetiva que eles terão para o resto da vida. Então, a profissionalização da mão de obra jovem é bastante importante pra que a gente fomente o desenvolvimento econômico do nosso estado. Entrevistadora: Vamos falar agora sobre a causa animal. Pretende implementar uma secretaria de defesa animal e criar um posto de saúde veterinário? Como vai funcionar? Candidata: Primeiro a gente previu a existência de uma secretaria especial da causa animal e dentro dessa secretaria seriam tratadas todas as questões relacionadas à causa animal. Especialmente, a questão dos maus-tratos, da castração e do atendimento de tantos animais que vivem sem qualquer tipo de atenção. Então, nós previmos a existência de um posto de saúde veterinário, pra cuidar desses animais, público, e também uma parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), que já tem um Hospital Universitário pronto e somente esperando que o município firme um convênio pra que ele possa estar disponível, óbvio que este convênio tem uma contrapartida, mas é mínima e necessária, diante do tanto de animais que a gente vê abandonado na cidade. E essa parceria com a universidade e resolver essa questão tão existente em nossa cidade, que é o abandono animal. Entrevistadora: Em relação à segurança, quais os planos para a Guarda Municipal, como pretende contribuir para a segurança pública aqui em Aracaju, caso seja eleita prefeita? Candidata: A Guarda Municipal precisa ser tratada como integrante principal da segurança pública, e não apenas como uma guarda patrimonial. A gente precisa especializar a guarda e dar todo tipo de equipamento e condições de trabalho para que ela possa estar patrulhando as ruas e a vida do aracajuano. E não apenas patrulhando apenas prédios públicos. Como historicamente a guarda vem se desenvolvendo aqui na nossa cidade, por decisão do gestor. Então a gente precisa integrar o Centro de Monitoramento da Prefeitura e do Estado, integrar as polícias civil, militar, Bombeiro com a Guarda Municipal. E fazer a guarda está mais presente nas ruas cuidando da vida dos aracajuanos, é assim que eu imagino que a gente possa trazer mais segurança para Aracaju e sair daquele índice horrível que a gente carrega de estar entre as 10 capitais mais violentas do país. Entrevistadora: No plano de governo do Cidadania, que é o seu partido, uma das propostas é a criação de subprefeituras. Vamos explicar como vai funcionar, o que a senhora pretende fazer? Candidata: Aracaju está dividida em oito regiões. Então, a nossa ideia é transformar essas oito regiões. Cada uma dessas regiões receberia uma subprefeitura. A subprefeitura serviria para descentralizar o serviço da prefeitura e aproximar a gestão do munícipe do aracajuano. Seria levar serviços da Emsurb, da Emurb, levar documentação de regularização de documentação, de alvarás, e também a questão de cuidar de coisas simples como: tampar um buraco, trocar uma lâmpada. É a forma da população, através dos Conselhos, também dizer quais políticas públicas ela quer ver ali naquela localidade. De forma bem resumida é decentralizar a gestão para aproximar a prefeitura do cidadão lá na ponta. Entrevistadora: Como a senhora pretende incentivar e recuperar o comércio na região central de Aracaju. Quais são os planos nessa área? Candidata: A gente pensa em fazer parceria público-privadas com empresas que possam estar ali na revitalização do Centro Comercial, que é uma área tão abandonada hoje e voltar trazer vida. Em troca, essas empresas teriam isenção ou benefícios fiscais, que garantissem o investimento, que será feito para revitalização do Centro. A gente precisa trazer de volta para o Centro. Eu sou aracajuana, nasci, cresci aqui. Me lembro de criança estar no parque, na catedral comendo aquele cachorro-quente, que era tão tradicional. A gente vivia no Centro, hoje as pessoas não vão para o Centro, a gente não tem segurança, não tem infraestrutura. Eu acredito que com essas parcerias público-privadas a gente consegue resolver a questão da revitalização do Centro Comercial de Aracaju. Entrevistadora: A senhora também fala em garantir a valorização e capacitação dos servidores públicos municipais. Como pretende estabelecer o diálogo com os servidores públicos? Candidata: O diálogo tem que ser permanente, tem que ocorrer sempre. Então, as categorias têm que ter acesso ao prefeito. Tem que reivindicar suas pautas. Estivemos com diversos sindicatos, muitos sem qualquer repouso inflacionário, quem dirá reajuste. Algumas categorias, inclusive, sem pagamento do piso, que é lei. Como é o caso dos professores e dos agentes de saúde. Então na nossa gestão, a lei vai ser cumprida em todas as circunstâncias, inclusive em relação ao pagamento dos pisos, e a gente se compromete com as reposições inflacionárias, ao menos com as reposições inflacionárias. Para que a gente possa estudar o município e verificar onde podem ser dados os reajustes, onde podem ser feitas as reformulações dos planos de cargos e salários, pois entendo como funcionária pública, que sem essa valorização a eficiência do serviço público fica comprometida. Entrevistadora: A senhora fala no plano de governo que pretende fazer uma reforma administrativa, como seria essa reforma? Candidata: A reforma administrativa é no sentido de enxugar a máquina pública. Ela precisa caber dentro daquilo que ela arrecada. Então seria enxugar o número de secretarias, cargos comissionados, cedidos. Para que com esses ajustes, a gente possa valorizar o servidor público, que é prata da casa. Possa investir em concursos públicos, que foram ausentes durante quase todos esses quatro anos da gestão de Edvaldo. E trazer essa dinâmica com capacitação do servidor para uma gestão eficiente, moderna e sempre muito transparente. Entrevistadora: A senhora propõe criar a ‘central de interpretação de libras’ com o objetivo de estabelecer uma comunicação inclusiva em todos os órgãos. Como vai funcionar essa central e quais as outras medidas podem ser adotadas para tornar os serviços mais acessíveis? Candidata: A questão das libras, o nosso o vereador, Lucas Aribé, nos ajudou muito nessa parte da inclusão das pessoas com deficiência, seja visual ou qualquer outro tipo de deficiência. A questão das libras seria trazida realmente para vivência da gestão pública, para facilitar essa comunicação. Mas além disso, a questão da 'Calçada Legal'. Trazer o dono do imóvel para a responsabilidade que ele precisa dar acessibilidade a todas pessoas, que tem direito de ir e vir. E uma série de outras medidas, que tornem Aracaju uma cidade de fato inclusiva e possível para todas as pessoas, inclusive as portadoras de deficiência. Entrevistadora: A senhora propõe a implantação do programa 'Nosso Crédito' com a criação de fundo de aval junto ao sistema bancário para oferta de crédito com juros reduzidos. Como vai funcionar? Candidata: Hoje o município não dispõe de linha de crédito para o microempresário, o microempreendedor. Então a gente faria parcerias com instituições bancárias para garantir esse microcrédito de até R$ 5 mil para os microempreendedores, tendo o município como avalista. Dando um período de carência, para que ele pudesse se estruturar e estruturar o seu negócio. E a partir daquela carência começar a pagar em parcelas suaves. A gente imagina que com isso a gente faz circular dinheiro no município e traz desenvolvimento com a geração de emprego e renda. Entrevistadora: Candidata, a senhora tem agora um minuto e 44 segundos para suas considerações finais. Candidata: Gente, eu queria conclamar vocês a virem comigo, pra fazer essa mudança no dia 29. Nós podemos ter a primeira prefeita mulher em Aracaju, uma mulher comprometida, uma mulher séria, uma mulher sensível e que vai trazer toda sua experiência de combate à corrupção, de transparência, de ética pra gestão pública. Tenho certeza que com esses pilares e com a gestão moderna e eficiente a gente vai poder e exercer todos os papéis do município com muita eficiência, sentida na ponta por cada um dos aracajuano. Então, posso fechar os meus olhos e sentir a esperança de seu Babau no Augusto Franco, de Franciele no 17 de Março, de dona Marlene no Bugio de tantas pessoas com quem tive contato e o prazer de trocar tanta experiência enriquecedora, para mim pessoalmente, mas também pra esse projeto, que tenho certeza é grandioso, esperançoso e traz dignidade para a vida de cada um dos Aracaju, que no dia 29 vai votar. E, por isso, nós conclamamos você, que hoje nos escuta, a votar no 23. Votar na mudança, votar na mulher, votar em Danielle Garcia prefeita. Dizer que as pessoas que não votaram, façam um esforço. A votação foi super segura, não teve problema, não teve filas. Então, aqueles que não votaram, venham voltar. Façam parte dessa mudança. Lembre que o voto é o que efetivamente muda a vida de todos nós. Initial plugin text

O Papo de Política faz um sobrevoo pelas principais disputas no país e conta as estratégias dos candidatos para as últimas horas antes da votação. Você pode ouvir o Papo de Política no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o Papo de Política para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. A direita avançou? O centro mais pragmático veio para ficar? A esquerda recuperou fôlego? O Papo de Política te conta quais movimentos políticos as eleições de 2020 trouxeram e qual legado essa disputa já deixa para 2022. Neste episódio, Natuza Nery, Maju Coutinho, Andréia Sadi e Julia Duailibi também falam sobre como a pandemia afetou as eleições e comentam sobre o teste positivo para o novo coronavírus do candidato a prefeito de São Paulo pelo PSOL, Guilherme Boulos, a dois dias do 2º turno. O Papo ainda conta os bastidores da reta final da campanha na capital paulista, faz um sobrevoo pelas principais disputas no país e fala sobre as estratégias dos candidatos para as últimas horas antes do dia da votação. O Papo de Política virou programa de TV (clique aqui) no jornal Edição das 16h, na GloboNews. O QUE SÃO PODCASTS? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Acidente aconteceu no bairro Praia da Costa. O suspeito do assalto foi preso e ninguém se feriu. Perseguição termina com acidente envolvendo quatro veículos em Vila Velha, ES Carol Monteiro/ TV Gazeta Uma perseguição terminou com um acidente envolvendo quatro veículos no bairro Praia da Costa, em Vila Velha, na Grande Vitória, na noite desta sexta-feira (27). O suspeito pelo crime foi preso e ninguém se feriu. A perseguição teve início depois que um casal de médicos que parou para sacar dinheiro em um banco da Avenida Hugo Musso, foi abordado por um criminoso e teve o carro roubado. Na sequência do assalto, o casal pediu ajuda a um carro de polícia que passava próximo ao local. “A minha esposa ficou no carro e eu fui sacar o dinheiro. Quando eu voltei para o carro, tive cuidado de olhar e não tinha ninguém em volta. Não sei de onde ele [assaltante] apareceu. Quando eu entrei no carro, ele abordou pela porta da minha esposa e apontou uma arma para ela. Agressivo, [disse] que ia matar. Nós saímos do carro lentamente e logo depois avistamos o carro da polícia”, contou a vítima, Márcio Almeida. Os policiais militares começaram uma busca pelo veículo roubado, que foi localizado poucos minutos depois. Durante a perseguição, o suspeito bateu em um veículo no cruzamento das ruas Humberto Serrano e José Pena Medina e ainda atingiu um segundo carro que estava estacionado na rua. O suspeito estava com um simulador de arma de fogo, foi preso e levado para a Delegacia de Polícia de Vila Velha. Por causa do acidente, a rua ficou fechada por algumas horas. Acidente envolve quatro veículos na Praia da Costa, em Vila Velha Carol Monteiro/ TV Gazeta Vídeos: mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo

TV Mirante e G1 Maranhão transmitiram o último debate antes das eleições para a prefeitura em 2020. Reveja o debate da TV Mirante no 2º turno das eleições em São Luís TV Mirante e G1 Maranhão transmitiram o último debate antes das eleições para a prefeitura em 2020. Jornalista Clóvis Cabalau fez a mediação. O debate teve três blocos: O primeiro e o terceiro com temas livres, e o segundo com temas determinados por sorteio. Todos os envolvidos no debate seguiram os protocolos de prevenção à Covid-19
Encontro nesta sexta-feira (27) na TV Tribuna teve mediação do jornalista Tony Lamers. Kayo Amado e Solange Freitas: Último debate antes do 2º turno em São Vicente Encontro nesta sexta-feira (27) na TV Tribuna teve mediação do jornalista Tony Lamers.
Mabel Canto (PSC) e Professora Elizabeth (PSD) disputam o segundo turno das eleições na cidade. Debate da RPC no segundo turno com as candidatas à Prefeitura de Ponta Grossa Mabel Canto (PSC) e Professora Elizabeth (PSD) disputam o segundo turno das eleições na cidade. O debate teve três blocos: o primeiro e o terceiro com temas livres, e o segundo, com temas determinados por sorteio;. Em cada bloco, cada candidata fez e respondeu a duas perguntas;. As candidatas tiveram 30 segundos para perguntas; um minuto e meio para respostas, um minuto para réplicas e 45 segundos para tréplicas;. No bloco com temas determinados, o mediador sorteou o tema a ser abordado;. No terceiro bloco, cada candidata também fez suas considerações finais.
Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM) deram entrevista à TV Globo. Marcelo Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM) dão entrevista após debate na Globo Logo após o término do debate nesta sexta-feira (27), os candidatos à Prefeitura do Rio de Janeiro no segundo turno, Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM), concederam entrevista à TV Globo. Veja como foi o debate Veja abaixo as entrevistas, em ordem alfabética. Crivella O atual prefeito do Rio disse que achou o debate "esclarecedor" e reforçou os ataques sobre corrupção que havia feito durante o debate. "Eu acho que foi um debate muito esclarecedor. Eu acho que o ponto mais importante que as pessoas precisam saber é que vão votar num candidato que tem tudo para ser preso (...) Acho que é isso o que o eleitor quer saber, no fundo no fundo: se votando no candidato ele vai governar ou se quem vai ficar realmente é o vice, que é o vice sem voto, uma pessoa sem expressão política, que vai ter imensas dificuldades, e o Rio vai pro caos. (...) Eu tenho a impressão que o eleitor, quando vê um debate, ele quer saber realmente é da parte ética, moral, do caráter. Ele quer saber da questão da corrupção." Crivella insistiu em declarações contra o seu adversário: "Eu acredito que no rosto, não é nem nas palavras, no rosto, nas expressões do candidato, no olhar do candidato, na fuga que ele faz das perguntas mais contundentes, é ali que as pessoas tem a intuição, eu diria, para tomar a decisão do voto que é muito importante. Veja, aqui no Rio de Janeiro, o que ocorreu no passado, é que os candidatos eleitos – e eu perdi duas eleições aqui em conduções semelhantes - foram presos depois. Eduardo seria o terceiro. Eu espero que a população do Rio de Janeiro – e peço isso com humildade porque não tenho nenhum interesse pessoal nisso – tome conta disso. A pessoa envolvida em tantas denúncias, em tantas delações. Réu! Réu! O Brasil inteiro está olhando o voto do carioca e tenho certeza que no silêncio da urna, eu diria, no segredo da urna, as pessoas vão votar com a consciência e não vão fazer o que é um mal para o candidato, que já provou que no poder não resiste as tentações, cai nas armadilhas das ambições e saiu do governo cheio de processos, cheio de problemas”. Eduardo Paes O ex-prefeito disse que focou em propostas e criticou a postura do adversário. "Eu busquei aqui trazer propostas. Infelizmente, o candidato adversário Crivella estava muito desesperado, muito desequilibrado, mas eu quero principalmente nesse momento dizer aos eleitores do Rio: essa cidade tem jeito. É importante que a gente vá votar no domingo, não deixe de ir votar. O voto nulo e branco acaba beneficiando a candidatura do Crivella. Não tem essa de ‘já ganhou’. Eu queria muito pedir o seu voto, a sua confiança, a gente vai fazer essa cidade voltar a dar certo, é uma oportunidade única. Eu diria que até um momento histórico, de a gente dizer: Crivella nunca mais. Né, de a gente sair, tirar da prefeitura o pior prefeito da história do Rio. Para isso, a gente precisa ir lá na urna e digitar 25 no próximo domingo.” Paes disse também que o eleitor pode comparar as duas últimas gestões no município para decidir o voto. “Eu busquei fazer isso, né, apresentar propostas de diversos temas. Porque eu acho importante que as pessoas saibam o que que a gente vai fazer. É obvio que aqui tem um facilitador, porque eu fui prefeito já e o Crivella é o prefeito. Então, as pessoas podem comparar as administrações e tomar a decisão. O Importante é que, tomando a decisão, não deixem de votar. Que vão as urnas, votem e escolham o melhor para o Rio de Janeiro.” Assista à íntegra do debate Debate Eleições 2020 - Rio de Janeiro - Íntegra

TV TEM e G1 transmitiram debate ao vivo. TV TEM e G1 transmitiram debate ao vivo.

Candidatos Rodrigo Manga (Republicanos) e Jaqueline Coutinho (PSL) participaram de debate. Candidatos Rodrigo Manga (Republicanos) e Jaqueline Coutinho (PSL) participaram de debate.

Debate entre candidato do PSB e candidata do PT à prefeitura do Recife teve mediação do jornalista Márcio Bonfim, da TV Globo. Reveja: João Campos e Marília Arraes, o último debate Debate entre candidato do PSB e candidata do PT à prefeitura do Recife teve mediação do jornalista Márcio Bonfim, da TV Globo. Os dois candidatos à Prefeitura do Recife no segundo turno participaram, na noite desta sexta-feira (27), do debate realizado pela TV Globo. Ao longo de 64 minutos, João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT) apresentaram propostas e trocaram acusações. Veja como foi o último debate do 2º turno no Recife
G1 transmitiu ao vivo o debate de propostas entre os candidatos do Republicanos e do PT. Debate da TV Gazeta no segundo turno com candidatos à prefeitura de Vitória: Delegado Pazolini e João Coser G1 transmitiu ao vivo o debate de propostas entre os candidatos do Republicanos e do PT.
Candidatos a prefeito de Campinas discutiram propostas e ideias ao vivo na EPTV nesta sexta-feira (27) Dário Saadi e Rafa Zimbaldi: último debate na TV antes do 2º turno Candidatos a prefeito de Campinas discutiram propostas e ideias ao vivo na EPTV nesta sexta-feira (27)
TV TEM e G1 transmitiram debate ao vivo Reveja: Jaqueline Coutinho e Rodrigo Manga participam de debate na TV TEM TV TEM e G1 transmitiram debate ao vivo

Na maior capital, Guilherme Boulos foi diagnosticado com Covid-19 na antevéspera da eleição, tirando o adversário de Bruno Covas das ruas e do debate nesta reta final. Como tudo isso deve influenciar os resultados? Devemos esperar mais ou menos abstenção neste domingo? Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. Campanha mais curta, chances de virada, padrinhos políticos de olho na campanha de 2022... Além desses fatores, a disputa do segundo turno foi marcada pelo agravamento da pandemia em muitas capitais. Na maior delas, Guilherme Boulos foi diagnosticado com Covid-19 na antevéspera da eleição, tirando o adversário de Bruno Covas das ruas e do debate nesta reta final. Como tudo isso deve influenciar os resultados? Devemos esperar mais ou menos abstenção neste domingo? No nono episódio da série de O Assunto sobre as eleições municipais de 2020, Renata Lo Prete debate essas e outras questões com o jornalista Fabio Zambeli, analista-chefe do Jota, e o cientista político Jairo Pimentel, pesquisador do Centro de Estudos em Política e Economia do Setor Público, da FGV. Zambelli fala como a pandemia se tornou mais presente: “os números que atestam essa possível segunda onda e o possível adiamento de medidas para o funcionamento do comércio de uma forma geral vieram a tona e estão muito presentes”. Jairo aponta capitais onde há claras chances de virada, algo raro entre um turno e outro. Para ele, o cenário é possível em Manaus, Maceió e Recife. A série tem dez episódios, lançados sempre aos sábados. O que você precisa saber: O Assunto #324: O saldo do 1º turno - e para onde olhar no 2º O Assunto #325: Eleição foi mesmo ruim para Bolsonaro? O Assunto #329: ESPECIAL ELEIÇÕES - centro, centrão ou direita? Eleições 2020: como consultar o número do título de eleitor Eleições 2020: conheça regras e saiba o que candidato e eleitor podem e não podem fazer A taxa de sucesso de partidos no 1º turno de 2020 e a comparação com 2016 Boulos é diagnosticado com Covid; debate na Globo é cancelado A partir deste sábado (3) vai ao ar, semanalmente, uma edição especial com análises sobre as eleições municipais e convidados especiais. Apresentado por Renata Lo Prete, ‘O Assunto – Especial Eleições’ terá 10 episódios, disponíveis no G1 e em plataformas digitais de áudio. Renata Lo Prete destaca a importância de debater o tema, já que o resultado das eleições municipais tem interferência direta na rotina diária dos brasileiros. “A série ‘Especial Eleições’ vai discutir os temas mais relevantes do pleito deste ano em conversas com cientistas políticos, especialistas em pesquisas e demais profissionais da área. Serão episódios de debates de ideias, voltados para disputas específicas, sem interferência no material que disponibilizamos nos outros dias da semana”, explica a apresentadora. Com mais de 37 milhões de downloads, é uma fonte de informação para o jovem: 40% do seu público tem entre 15 e 34 anos. Desde a estreia do podcast, foram quase 300 episódios com cerca de 400 entrevistados sobre temas como política, economia, meio ambiente, saúde, cultura e educação. O podcast O Assunto é produzido por: Isabel Seta, Gessyca Rocha, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski, Giovanni Reginato, Mônica Mariotti, Renata Bitar. Neste episódio colaborou também: Beatriz Souza e Vitor Muniz. Apresentação: Renata Lo Prete. Comunicação/Globo O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça - e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

G1, Globo e GloboNews transmitiram ao vivo o #DebatenaGlobo. Crivella e Paes: último debate no 2º turno G1, Globo e GloboNews transmitiram ao vivo o #DebatenaGlobo. Os 2 candidatos à Prefeitura do Rio no segundo turno participaram na noite desta sexta-feira (27) do debate realizado pela TV Globo. Ao longo de 66 minutos, Marcelo Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM) discutiram propostas, mas também insistiram em ataques. Veja como foi o último debate do 2º turno no Rio
Candidatos do Republicanos e do PL à Prefeitura de Campinas (SP) discutiram pontos do programa de governo e propostas no estúdio da EPTV. Debate para a Prefeitura de Campinas nas eleições 2020 - 2º turno Os dois candidatos à Prefeitura de Campinas (SP) no segundo turno, Dário Saadi (Republicanos) e Rafa Zimbaldi (PL), participaram na noite desta sexta-feira (27) do debate realizado pela EPTV, o último antes da votação neste domingo. O encontro nos estúdios da emissora durou uma hora e três minutos. Ele obedeceu às regras sanitárias definidas pelas autoridades para prevenção à pandemia de novo coronavírus. Veja como foi o debate Mediado pela jornalista Larissa Castro, o debate foi dividido em três blocos: 1º bloco: o tema foi livre e houve sorteio de quem começaria perguntando. 2º bloco: tema foi sorteado, com a ordem de quem começava inversa ao bloco anterior. 3º bloco: voltou a ter tema livre, com sorteio de quem começava perguntando. Considerações finais: antes do encerramento, cada candidato teve um minuto e meio para o recado e saudação final. Veja o que foi debatido em cada bloco: 1º Bloco Debate para a Prefeitura de Campinas nas eleições 2020 - bloco 1 Os dois candidatos divergiram quando trataram sobre as medidas da prefeitura no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e sobre tributos. Dário Saadi disse que a administração não tinha "ingerência" sobre o que abria e o que fechava nas fases mais severas do Plano São Paulo, e elogiou o atendimento. Além disso, se comprometeu a reduzir IPTU e falou que o adversário foi favorável à alta de ICMS sobre componentes de eletrônicos. Rafa Zimbaldi afirmou que a Saúde "exportou" pacientes para o Hospital de Campanha do Anhembi, criticou a administração por "abrir os comércios e voltar atrás", e falou sobre lotações de ônibus com redução de veículos. Além disso, rebateu e disse que a atual gestão foi responsável por elevar o IPTU. Dário Saadi Falta de médicos: "Nós vamos fazer a contratação de 200 médicos para recompor o quadro que envolve tanto ginecologistas, psiquiatras, como também pediatras, clínicos gerais. É importante também colocar que essa proposta de 200 médicos é uma proposta bastante viável. Nós vamos fazer através de concursos públicos e também ampliando o Programa Mais Médicos Campineiro. Esse Programa Mais Médicos Campineiro, ele é um programa de residência médica em clínica geral e vai ajudar muito no atendimento. Vamos construir o Hospital da Mulher, com capacidade para 500 atendimentos por dia e vamos também implantar o Mário Gattinho, onde é hoje o Hospital Metropolitano." Vagas em creches: "Nós vamos construir dez creches em dez bairros diferentes e vamos também comprar vagas nas creches particulares, nas creches privadas, creches que serão cadastradas com qualidade para a população de Campinas. E faremos também quatro Núcleos da Esperança espalhados pela periferia de Campinas, que são unidades grandes onde teremos educação, esporte e cultura. É assim que nós vamos zerar a fila de creches para crianças de zero a três anos, fazendo dez unidades de creches em dez bairros diferentes e também comprando vagas de creches na rede privada, na rede particular, nas creches particulares. " Rafa Zimbaldi Falta de médicos: "Eu gostaria de falar aqui do nosso compromisso, do nosso programa de governo, da nossa proposta. De colocar mais de mil médicos à disposição da população, fazendo convênios com médicos particulares, vamos colocar nos postos de saúde médicos fazendo convênio com a Unicamp e com o Hospital da PUC. Vamos implantar o Cartão Saúde Fácil, dessa forma nós vamos zerar as consultas e exames em no máximo 180 dias. Esse é o novo modelo de gestão, usando parceria público-privada e valorizando os servidores da saúde." Vagas em creches: "Eu quero falar sobre proposta. Ele não respondeu como é que chegou nessa fila de 7 mil. Quero dizer que eu tenho estudado e tenho me preparado muito. Eu vou, no novo modelo de gestão, eu não vou ficar construindo, porque leva mais de um ano para uma construção. Vejam só a obra do BRT, por exemplo, quanto tempo está aí. Mais de 200 dias. Nós vamos fazer parceria com nossas entidades, nós vamos fazer parceria com as entidades de bairro, entidades religiosas e dessa forma nós vamos zerar, em um ano, a fila de creche aqui na cidade de Campinas. Isso é compromisso da minha vida." 2º Bloco Debate para a Prefeitura de Campinas nas eleições 2020 - bloco 2 Os candidatos divergiram sobre investimentos na saúde. Rafa Zimbaldi defendeu a manutenção do Hospital Metropolitano e disse que viabilizou recursos junto ao Estado para construir o Hospital Mário Gattinho. Dário Saadi, por outro lado, afirmou que vai transformar a estrutura do Hospital Metropolitano no Hospital Mário Gattinho e usar os recursos para custeio dele ou aplicar em outra área da saúde. Dário Saadi Assistência social: "Na área de assistência social, nós vamos implantar o projeto 'Amigo do Idoso'. Nesse projeto, nós vamos implantar o 'Centro Dia', que é um tipo de uma creche para o idoso durante o dia. Vamos também implantar o atendimento domiciliar para os idosos em Campinas, principalmente aqueles idosos que estão com alguma dificuldade de locomoção e principalmente alguma dificuldade dentro da sua casa. Nós vamos também ampliar o programa 'Mão Amiga', que é um programa que encaminha os moradores de rua para o mercado de trabalho e também para as entidades que cuidam de dependência química. Outra questão importante é o seguinte: os convênios com entidades já existem em Campinas há muito tempo, não é esse governo que criou. As entidades já são parceiras da secretaria de Assistência Social para o atendimento das pessoas com vulnerabilidade. O que nós vamos fazer é ampliar esses convênios, e colocar mais entidades para ajudar na assistência social em Campinas." Habitação: "No nosso governo, nós vamos agilizar esse processo, nós vamos avançar muito na regularização fundiária em Campinas. Outra questão: o déficit de 40 mil é isso mesmo, mas nós temos já pedidos de liberação de empreendimentos de 40 mil imóveis em Campinas, entre lotes, entre apartamentos e também casas. O que nós vamos fazer no meu governo é implantar o 'Poupatempo da Habitação Popular', nós vamos agilizar a liberação de empreendimentos mobiliários populares em Campinas. Isso vai, além de levar oportunidade do acesso à casa própria aos campineiros que estão na fila, vai também incentivar muito a construção civil, que gera muito emprego na cidade de Campinas. É isso que nós vamos fazer. Nós vamos fazer o Poupatempo da Habitação Popular e gerar empregos e dar oportunidade para a população que está na fila ter a sua casa própria." Cultura e lazer: "Na área da cultura, na questão do Centro de Convivência, nós vamos concluir a primeira parte da reforma, que é a parte de alvenaria, a parte física do teatro do Centro de Convivência, e já vamos correr atrás de recursos para fazer a fase dois, que é a fase dos equipamentos para teatro lá no Centro de Convivência. Nós vamos deixar o Centro de Convivência como o melhor teatro do estado de São Paulo. Outra coisa importante: eu vou levar pra cultura a experiência que eu tive na secretaria de Esportes, multiplicando os eventos por cinco como eu fiz na secretaria de Esportes, sem grandes investimentos. Eu vou também cuidar dos espaços culturais, como eu fiz na secretaria, ampliando em oito mil metros quadrados os espaços esportivos. Trazer também a iniciativa privada, como eu trouxe, por exemplo, o Hospital Vera Cruz para patrocinar o time de basquete que foi campeão brasileiro na primeira temporada, como eu fiz para manter o vôlei aqui em Campinas. É desse jeito que nós vamos fazer a cultura, com parceria e investimento público." Rafa Zimbaldi Assistência social: "Primeiro eu quero reconhecer aqui todas as entidades assistenciais da cidade de Campinas pelo trabalho que vem fazendo. É importante, o Cartão Nutrir Campinas é muito importante, mas precisa ser corrigido e ampliar muito o Cartão Nutrir Campinas. Nós temos 38 mil famílias aqui na cidade de Campinas em situação de miséria, ou seja, passando fome. Nós vamos trazer as entidades para participar, porque nós temos muita gente sofrendo, principalmente na área mais periférica que, vocês sabem que eu conheço muito. Aliás, eu vim da periferia, tenho visitado muito a periferia e tenho aprendido a cada dia, visto o quanto o povo está sofrendo. E nós vamos, além do Cartão Nutrir Campinas, nós vamos, por exemplo, ajudar com cesta básica, mas a nossa cesta básica vai ter arroz, porque a cesta básica que foi distribuída para os alunos da atual administração, que representa a continuidade, sequer tiveram arroz pros nossos alunos. " Habitação: "Gente, sete mil regularizações de um total de mais de 100 mil regularizações que são necessárias. Nós estamos falando de oito anos, ou seja, nem mil por ano fizeram. Então, eu quero dizer para vocês sobre a minha proposta na área da habitação. Eu vou colocar sim uma política habitacional séria aqui, aliás, a atual administração ao invés de construir casa própria, eles distribuem kit barraco, como distribuíram no Mandela, distribuíram no Vila Paula, um desrespeito a nossa população, caixote de madeira com um banheiro dentro. Isso não é dignidade à nossa população. Então nós vamos construir casa popular, buscando recursos no governo do estado e no governo federal, para fazer empreendimento. Nós vamos assumir a responsabilidade, a responsabilidade da moradia vai ser minha como prefeito aqui na cidade, vocês podem ter certeza disso. E nós vamos colocar o Grapourb, nós vamos aprovar empreendimento imobiliário em até 120 dias. Esse é um compromisso meu." Cultura e lazer: "Vamos valorizar os nossos grupos de teatro, vamos reconstruir e reformar os espaços culturais aqui da cidade de Campinas. Aliás, eu quero aqui falar sobre o Centro de Convivência gente, o Centro de Convivência Cultural sempre foi uma referência na cultura, virou, nessa administração, virou o símbolo do descaso com a cultura aqui na cidade. Ou seja, deixou de existir. Agora tão começando fazer uma reforma lá pra inglês ver, porque está em momento eleitoral. Então, nós precisamos mudar esse tipo de cultura, porque está em momento eleitoral, ele vai e começa a reformar. Nós vamos aqui revitalizar não só o Centro de Convivência, mas também todas as áreas e valorizar a nossa cultura aqui da cidade. Os grupos de rap, de rock, todos os setores de música aqui." 3º Bloco Debate para a Prefeitura de Campinas nas eleições 2020 - bloco 3 Os candidatos divergiram ao tratarem das obras do BRT e do projeto de uma alça que liga os distritos do Campo Grande e Ouro Verde à Rodovia dos Bandeirantes (SP348). Dário Saadi defendeu a importância do BRT para Campinas e questionou o adversário sobre a garantia para efetivar a outra obra. Rafa Zimbaldi, por outro lado, fez críticas ao atraso e falhas na execução dos corredores de ônibus e disse que a proposta da alça é uma iniciativa dele junto ao Estado para beneficiar os distritos. Dário Saadi Emprego: "No nosso plano de governo consta uma redução inicial, já, do IPTU de galpões, não só para atrair empregos de fora para Campinas, mas também para que as empresas de Campinas possam fazer a sua expansão e depois continuaremos na nossa revisão tributária aqui em Campinas. Faremos também cursos profissionalizantes, com ampliação de dois Ceprocamps. Nós vamos ampliar um Ceprocamp para o Ouro Verde e um Ceprocamp para o Campo Grande. E, principalmente, levando o projeto Conexão, que são cursos de tecnologia. Nós temos que levar os cursos tradicionais, mas também levar cursos da modernidade. Cursos de tecnologia, principalmente para o Ouro Verde e Campo Grande. Faremos também um estímulo ao empreendedorismo. Não é todo mundo que vai ter acesso à carteira assinada, por isso que nós temos que ampliar a parceria que já temos com o Sebrae para qualificar todas as nossas pessoas que têm vontade de empreender, com cursos de empreendedorismo e, assim, tirar a sua renda." Abastecimento e agricultura: "Campinas parece uma cidade muito urbana, é urbana, é um centro de tecnologia, é um polo de ensino e da produção do conhecimento, mas tem um setor muito importante de agricultura também, que parece um cinturão verde, fornecendo hortifrutigranjeiros para o Ceasa. E nós vamos favorecer, e vamos melhorar a estrutura inclusive das vicinais. Vamos fazer um programa com o governo do estado de asfaltamento de vicinais e vamos melhorar a segurança que muitas vezes falha nesse setor agrícola de Campinas, principalmente cobrando do governo do estado mais ações nessas áreas agrícolas de Campinas, na região de Campinas, que faz a produção de alimento para nossa cidade. Então é muito importante que o município faça investimentos, que o município apoie o setor agrícola de Campinas e também fortalecendo o Ceasa como centro de distribuição de hortifrutigranjeiros na cidade de Campinas." Segurança: "Eu acho que a Guarda Municipal precisa sim de estrutura. Nós vamos recompor o quadro, contratando 100 homens para completar o efetivo. Vamos melhorar a estrutura da Guarda Municipal, valorizar os guardas municipais, e vamos também ampliar de 500 para 1 mil câmera de monitoramento junto ao CimCamp. Vamos fazer também a central de monitoramento escolar, vinculada a Cimcamp, para que as mães possam ter mais segurança com suas crianças nas escolas, e vamos também, candidato, fazer uma coisa que há muito tempo não se faz em Campinas: nós vamos cobrar o governo do estado para melhorar o investimento na Polícia Civil e Militar, principalmente na Polícia Civil. Campinas paga muito imposto para o governo do estado e precisa de mais investimento nas polícias Civil e Militar de Campinas. A prefeitura tem que dar infraestrutura para a GM? Claro que tem, tem que fazer sua parte, mas a segurança, ela é obrigação do governo do estado, então o prefeito de Campinas tem que cobrar do governo do estado para mais estrutura da Polícia Civil e Polícia Militar." Rafa Zimbaldi Emprego: "Olha, candidato, foi muito importante essa sua colocação. Nos últimos quatro anos, nós perdemos aqui na cidade de Campinas, 35 mil pessoas ficaram desempregadas. Trinta e cinco mil trabalhadores perderam a oportunidade do emprego que tinham. Isso tudo por conta do alto custo aqui da cidade de Campinas, da burocracia. Nós perdemos mais de 1.500 empresas que fecharam suas portas ou foram embora da cidade, infelizmente por falta de uma atuação do poder público. Na minha gestão nós vamos, primeiro, diminuir os impostos. Não tem jeito, nós vamos diminuir os impostos daqueles que moram aqui, o IPTU das casas residenciais, mas também dos imóveis comerciais, industriais, dos galpões. É dessa forma que nós vamos fazer. Uma grande Lei de Incentivo para atrair novas empresas, geração de emprego e renda. Vamos também dar um incentivo para as empresas que já estão aqui e geram emprego. E quero aqui falar sobre qualificação profissional, que aliás eu conheço muito bem. Do 'Jovens do Futuro', que eu sou fundador e idealizador, quem é da região do Ouro Verde, do nosso distrito do Ouro Verde, Campo Grande, muita gente conhece, né? São cursos de qualificação profissional gratuitos, e que nós vamos levar para todos os bairros da cidade de Campinas. Já formamos mais de 25 mil pessoas e vamos dar oportunidade a todos aqueles que querem participar." Abastecimento e agricultura: "Bom, para quem trabalha junto à agricultura familiar, e aqueles que têm horta comunitária no seu bairro, sabem que infelizmente vocês não conseguem vender pro Ceasa, pelo tamanho, pela quantidade. A prefeitura, através do nosso governo, primeiro que nós vamos colocar ciência e tecnologia à disposição de todos aqueles que querem investir na agricultura aqui na cidade. Vamos ajudar na logística de distribuição, não só no Ceasa, na Central de Abastecimento, mas também a própria prefeitura vai consumir isso na merenda escolar, vamos dar oportunidade como por exemplo o 'Moeda Verde', que é um programa de troca de material reciclável por hortaliças aqui na cidade, e também vamos dar oportunidade a todas as pessoas que querem trabalhar e iniciar aqui no campo. São 52%, e nós precisamos dar oportunidade à nossa população, gerar emprego e renda e oportunidade." Segurança: "Agora eu quero falar aqui sobre proposta da Guarda Municipal. Quero dizer que a responsabilidade da segurança pública será minha, como prefeito. Eu não vou falar que eu vou ficar cobrando não, eu vou atuar. Vou valorizar os nossos guardas municipais, vou aumentar o número de efetivos e vou estruturar a Guarda Municipal. Um monitoramento com reconhecimento facial. Vamos fazer parcerias com todas as empresas privadas, usando toda a estrutura, serão mais de quatro mil câmeras: mil da prefeitura e três mil da iniciativa privada. Dessa forma, vamos valorizar os nossos guardas." Veja mais notícias da região no G1 Campinas.

Candidatos concorrem à Prefeitura de Uberaba no 2º turno das Eleições 2020. O G1 conversou com Tony sobre a decisão judicial. Elisa Araújo (Solidariedade) e Tony Carlos (PTB) são candidatos à Prefeitura de Uberaba no 2º turno das Eleições 2020 em Uberaba Reprodução/Facebook/Montagem G1 A Justiça Eleitoral determinou que Tony Carlos, candidato do PTB a prefeito de Uberaba pela coligação “Eu Amo Uberaba”, suspenda o impulsionamento de propagandas negativas nas redes sociais contra Elisa Araújo, candidata à prefeita pelo partido Solidariedade. A representação eleitoral com pedido liminar, deferida no fim da tarde desta sexta-feira (27), foi ajuizada pelo Solidariedade e por Elisa contra Tony e a coligação dele. As ofensas foram parte das razões de a candidata desistir de participar do debate na TV Integração que ocorreria na noite desta sexta. O espaço do debate foi substituído por entrevista ao vivo com Tony (veja abaixo). Conforme a decisão da juíza da 326ª Zona Eleitoral de Uberaba, Letícia Rezende Castelo Branco, o prazo de suspensão é de 8 horas, a contar da intimação da decisão, sob pena de multa de R$ 500 por hora devido à proximidade do pleito eleitoral. Em entrevista ao G1 na noite desta sexta-feira, o candidato Tony Carlos afirmou que, até então, não havia sido comunicado da determinação. "Primeiro, temos que tomar conhecimento da decisão para depois emitir uma opinião, um parecer", afirmou. Segundo a assessoria de imprensa da candidata Elisa Araújo, Tony e a coligação dele foram acusados de realizar propaganda eleitoral na internet de maneira irregular e ofensiva. O candidato e a coligação não comunicaram os endereços oficiais das redes sociais à Justiça Eleitoral, segundo a representação, em desconformidade com a Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei Eleitoral. Ainda conforme o processo, Tony usou as redes sociais para disseminar notícias inverídicas sobre a candidata adversária de modo patrocinado. Um dos conteúdos patrocinados trata-se de um vídeo com fotos da candidata e a música "Burguesinha" de fundo. Na decisão, a juíza Letícia Rezende Castelo Branco reconheceu a natureza negativa das propagandas em desfavor de Elisa. A magistrada também identificou que o representado impulsionou os conteúdos desqualificadores. Na decisão, a magistrada cita os dispositivos da Lei nº 9.504/1997, que vedam o impulsionamento de propaganda eleitoral negativa e jurisprudências nesse sentido. Desistência do debate A candidata Elisa Araújo não compareceu ao debate da TV Integração que seria realizado na noite desta sexta-feira. Por isso, o debate foi substituído por perguntas para o candidato Tony Carlos (PTB). A substituição do debate pela entrevista estava prevista nas regras assinadas pelos representantes dos dois candidatos. Conforme as normas, o candidato presente pode contar ao público duas perguntas que faria à candidata ausente. Tony Carlos teve 30 segundos para relatar cada pergunta. Depois seguiu a entrevista de 20 minutos com o candidato presente. O G1 acompanhou a entrevista em tempo real. A desistência de Elisa Araújo foi informada em nota emitida pela equipe de campanha da candidata. A nota diz que Elisa e candidato a vice-prefeito, Moacyr Lopes, têm "sofrido ataques sistemáticos contra a honra, recebendo acusações infundadas, inclusive com reforço pelas redes sociais, que visam confundir o eleitorado de Uberaba e ainda denegrir a imagem deles". O documento ainda reforçou que "neste início da semana que antecede o pleito, os ataques aumentaram ainda mais, o que nos levou a adoção de medidas também para a proteção da integridade física dos nossos candidatos. Reafirmamos que vamos continuar nossa campanha limpa, justa, honesta, da mesma forma que iniciamos". No primeiro turno, Elisa teve 36,25% dos votos e Tony, 24,99%; os dois vão decidir a eleição neste domingo (29).

Candidatos do PSB e do PT à prefeitura do Recife discutiram propostas e trocaram acusações no estúdio da TV Globo. Debate do segundo turno no Recife - íntegra Os dois candidatos à prefeitura do Recife no segundo turno, João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT), participaram na noite desta sexta-feira (27) do debate realizado pela TV Globo. O encontro foi o quarto e último após o primeiro turno das eleições (veja vídeo acima). O debate da TV Globo foi mediado pelo jornalista Márcio Bonfim e foi dividido em quatro blocos: 1º bloco: candidatos fizeram perguntas de temas livres um para o outro; 2º bloco: candidatos fizeram perguntas com temas definidos por sorteio; 3º bloco: candidatos fizeram perguntas de temas livres; 4º bloco: candidatos fizeram as considerações finais. Debate no Recife: João Campos e Marília Arraes disputam segundo turno Marlon Costa/Pernambuco Press Veja algumas das propostas por bloco: 1º bloco Debate do segundo turno no Recife: 1º bloco No primeiro bloco, os candidatos trocaram acusações sobre as gestões de seus respectivos partidos à frente do Executivo municipal. O primeiro a perguntar foi João Campos, que questionou Marília Arraes sobre a geração de empregos. Em seguida, a candidata petista questionou o socialista sobre obras inacabadas na capital. João Campos Geração de empregos: "A geração de emprego e renda vai ser uma prioridade na nossa gestão. Nós vamos ajudar aqueles pequenos empreendedores através do crédito popular, que vai dar R$ 3 mil para aquele pai, mãe de família poder iniciar um negócio ou ter um fôlego para atravessar essa crise. Nós também vamos olhar e fazer uma agência de fomento no Recife para atrair grandes investimentos para nossa cidade, entendendo que a geração de renda é fundamental para uma cidade grande como o Recife. Vamos valorizar o empreendedorismo sala do empreendedor, botando a prefeitura como aliada do empreendedor e de quem, quer investir na nossa cidade". Infraestrutura: "É inegável que o Recife avançou nos últimos 8 anos. É só você lembrar como o PT deixou a prefeitura do Recife, lixo em todo canto, com obras paradas, a cidade maltratada e faltando carinho e cuidado com as pessoas. Nosso compromisso é fazer o Recife avançar, apresentar projetos concretos. Vamos construir um parque no antigo aeroclube, na Tamarineira, fazer a triplicação da BR-232 e poder focar na melhoria da qualidade de vida do recifense. A crise que chegou no Brasil inteiro chegou na nossa cidade. Muita gente teve que replanejar a vida. Nosso compromisso é de poder fazer, de tirar projetos do papel e poder fazer avançar a vida das pessoas. É dessa forma que a gente vai construir o hospital da criança. É dessa forma que a gente coloca como prioridade o emprego e a renda". Idosos: "O PSB já construiu o Hospital do Idoso do Recife. O PT inclusive foi contra a construção do Hospital da Mulher e do Hospital do Idoso. Vamos além. A gente vai poder construir um centro de convivência para a pessoa idosa, para poder fazer o acolhimento para poder fazer as terapias complementares, a reintegração e a convivência . Nós temos compromisso com os idosos da cidade do Recife. Vamos investir quase R$ 70 milhões na recuperação de calçadas na nossa cidade, para viabilizar a boa caminhada, a acessibilidade das pessoas idosas. A gente vai fazer isso porque a qualidade de vida do idoso é uma prioridade e vai ser uma prioridade na nossa gestão. A gente sabe cuidar das pessoas. Eu queria que você pudesse acompanhar esse compromisso e saber que nós vamos direcionadas às pessoas idosas." Corrupção: "É impressionante como Marília insiste em fazer um discurso de ódio, um discurso contra o PSB. O candidato é João Campos nessas eleições, candidata Marília. E aqui eu coloco à disposição, se você quiser comparar o PSB com o PT. Não existe nenhum gestor do PSB no estado de Pernambuco condenado por corrupção. Já do PT, não cabe em duas mãos se a gente contar quantos gestores estão presos lá fora. Vamos comparar também as gestões, de João da Costa com a de Geraldo Julio, vamos comparar os nossos mandatos. Eu faço um mandato honrado. Vamos comparar as nossas vidas públicas. Quem está sendo acusada pelo Ministério Público de improbidade administrativa, vocês sabem o que é isso? É o mau uso do dinheiro público, é você pagar um funcionário e ele não trabalhar. É a candidata Marília. Ela deve essas explicações ao povo recifense e ao Ministério Público. Eu fiz uma seleção pública para compor o meu gabinete. Vamos falar de futuro, vamos respeitar as pessoas que estão nos ouvindo nesse momento". Marília Arraes Geração de empregos: "Realmente o Recife tá enfrentado há muito tempo uma grande crise, uma epidemia de desemprego. De janeiro a agosto foram fechados 18 mil postos de trabalho. Para enfrentar esse problema é preciso ter duas atitudes. Primeiro estimular, ajudar aquele que quer empreender. Temos o programa retomada, que significa um auxílio popular para que aquelas pessoas invistam em seu negócio, ou que foram prejudicadas durante a pandemia ou que querem abrir seu próprio negócio, com toda orientação técnica. E vão devolver para a prefeitura somente a metade, sem juros, em 24 vezes. Mas também é importante pensar no empresário que já investe no Recife, que tem vivido tempos difíceis, um calvário da burocracia. Por isso, vamos estimular o turismo, que foi um dos grandes prejudicados com a pandemia e que a muito tempo está esquecido na cidade. E, além disso, a própria construção civil hoje está muito em baixa aqui no Recife". Infraestrutura: "Na época que o PT governou o Recife, eu não era do PT, mas o PSB, inclusive tinha a vice. Faz três eleições que PSB culpa o PT, culpa o governo federal. Daqui a pouco vai estar culpando o povo do Recife. O que acontece é que foram gastos R$ 70 milhões em obras que estão paradas, além de cinco habitacionais que estão parados. No canal do Arruda foram gastos R$ 10 milhões e o que a gente vê hoje são estacas no canal, que não levaram a nada. A gente tá vendo. Vocês não sabem fazer" Idosos: "Quem mais sofre com o abandono da saúde pública, principalmente da atenção básica, são os idosos e as mulheres, a maioria delas fica a cargo de cuidar dos idosos e das crianças. Sou mulher, sou mãe, e sei o que é isso, sem o que muitas de vocês passam. Por isso nós vamos, em primeiro lugar, cuidar da saúde, com um programa que, aqui no Recife, vai parar de faltar medicamento em posto de saúde. Vamos credenciar as farmácias, principalmente de bairro, para que as pessoas saiam da consulta direto para a farmácia credenciada para retirar seu medicamento. Isso vai facilitar a vida da família e fazer a economia do bairro girar. Vamos aumentar o número de equipes de saúde da família, número de unidades de saúde, tudo isso vai ser importante para os idosos. E também investir em academias da cidade, em que os idosos eram muito beneficiados e que está sendo desmontado pelo PSB. Também vamos convidar os idosos a conhecer o Recife, com atividades de entretenimento, nesta cidade que eles ajudaram a construir junto conosco. Vamos fazer programas para que os idosos vivam a cidade junto com suas famílias". Corrupção: "Eu queria convidar vocês que estão nos assistindo a conferir nas nossas redes sociais, agora está sendo postado, o processo em que eu fui absolvida, inocentada pelo Ministério Público, mesmo ministério público que agora está alegando os mesmos fatos sobre essa questão. Estou muito tranquila, pode fazer quantas investigações, em quantos processos forem, eu sou inocente, eu não faço isso. Agora a corrupção do PSB, candidato João Campos, tá bem pertinho da sua porta, do seu endereço. O diretor financeiro da secretaria de Saúde é seu amigo pessoal e está sendo acusado, obrigado a devolver R$ 20 milhões, são R$ 150 milhões em desvio de recursos. Não sou eu que tenho bens bloqueados pela Justiça. Não adianta ficar com esse ar de puritanismo, me acusando levianamente. Eu sou correta, honesta. Minha vida toda, minha trajetória foi pautada no trabalho e o Recife reconheceu isso várias vezes". 2º bloco Debate do segundo turno no Recife: 2º bloco Marília Arraes Geração de empregos: "Nós vamos investir em geração de empregos trazendo as pessoas que geram emprego, as empresas que geram empregos para perto, desburocratizando, acabando com esse calvário que passam de burocracia, de perseguição da prefeitura, de altíssimas taxas e impostos". Educação: "Temos propostas, inclusive, propostas que vocês fizeram e não cumpriram, por exemplo, as 21 escolas de referência que vocês prometeram entregar e não entregaram nenhuma, nenhuma delas. Isso é saber fazer? De maneira alguma, muito pelo contrário, hoje o Recife tem um dos maiores custos por aluno, com pouco resultado sendo entregue. Conosco vai ser diferente. Nós vamos, sim, entregar, no mínimo, oito escolas de referência e vamos investir em creche, na educação infantil. Eu sou mãe e sei a importância da educação infantil na vida das pessoas, é o momento em que mais se aprende, então nós vamos dar essa oportunidade para as crianças e para as mães poderem ir trabalhar tranquilas". Transporte: "O primeiro projeto que estabeleceu faixas exclusivas de ônibus foi feito por mim, na Câmara Municipal. Geraldo Julio que não quis fazer e inventou, muitos anos depois, e pôs em prática menos de 25% do que tinha prometido, como vocês costumam fazer. Prometem, prometem, prometem e não conseguem cumprir. Hoje, a frota de ônibus está 70%, somente, na rua. As pessoas vão se amontoando no transporte público. É importantíssimo cobrar que as empresas coloquem na rua esses ônibus e, também, ter uma visão diferente. Em quatro anos, se quadruplicou a arrecadação por multa no Recife. Hoje, tem uma indústria da multa, nós precisamos resolver essa questão, investir de verdade na mobilidade. Foi investido menos de 40% do previsto em mobilidade e o dinheiro das multas a gente não sabe exatamente para onde vai". Diversidade: "Nossa candidatura tem como norte priorizar a igualdade entre as pessoas, seja ela de qualquer orientação sexual, de qualquer cor e qualquer gênero. Então, nós, sem dúvida alguma, vamos dar um acolhimento necessário, investir em políticas de saúde, em políticas de combate a todas as desigualdades. Mas o PSB, durante a gestão, fez o ambulatório LGBTQIA+, no Hospital da Mulher, também apoiou casamentos homoafetivos. E eu queria saber, também, do candidato, quais são as propostas dele. Nós vamos investir muito em saúde mental, para todas as pessoas, mas também para as pessoas da população LGBTQIA+ e suas famílias que precisarem desse acolhimento". João Campos Geração de empregos: "A geração de emprego é uma prioridade da nossa gestão, nós vamos ajudar aqueles pequenos empreendedores, através do crédito popular, que vai dar R$ 3 mil para os pais, mães de família começarem o seu negócio, ou terem um fôlego para atravessar essa crise". Educação: "Nos últimos oito anos, o Recife multiplicou por 10 o número de matrículas na modalidade integral, na rede básica, no ensino fundamental, anos finais. Isso mostra o compromisso, foi a mesma escola integral que tirou Pernambuco do 21º lugar e garantiu a melhor educação pública do Brasil. A gente sabe fazer, a gente tem responsabilidade com a educação e eu fiz isso no mandato, enquanto que a candidata, como vereadora, em dez anos, não apresentou um projeto na área da educação". Transporte: "Vamos fazer a priorização do transporte público na nossa cidade. A gente vai ampliar em 50% a rede de faixas azuis, que são as faixas exclusivas de ônibus, e a gente vai ao ocupar a posição do Recife no Consórcio Metropolitano, para cobrar melhores rotas, rotas mais utilizadas, que se passa mais rápido e que possam dar maior conforto. [Vamos] fazer, também, um grande programa de reestruturação dos pontos de paradas de ônibus na nossa cidade. Nós fomos além e anunciamos, também, a implementação de mais de 100 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas na nossa cidade". Diversidade: "Nós temos um compromisso pela inclusão e pelo respeito. Fui o primeiro e único candidato a anunciar que 50% dos cargos da nossa gestão de liderança serão ocupados pela mulheres recifenses. Fui o primeiro candidato a anunciar que, no nosso programa de bolsas formação e qualificação nós teremos metade das vagas garantidas para os jovens negros e negras da nossa cidade. Nós vamos ampliar o acolhimento e os centros de acolhimento da mulher vítima de violência na nossa cidade e nós vamos ampliar, também, o centro que existe no Hospital da Mulher, que acolhe as pessoas LGBTQIA+ vítimas de violência". 3º bloco Debate do segundo turno no Recife: 3º bloco João Campos Educação: "Nosso compromisso é de poder fazer o Recife avançar e finalizar aquelas áreas que são fundamentais, a gente sabe que na educação nós temos compromisso. O que foi que a candidata fez no mandato dela de deputada federal e de vereadora? Não é para falar de educação? Passar 10 anos e não apresentar um projeto de lei na área de educação. Eu tive a oportunidade de criar e coordenar comissão externa do Ministério da Educação, fazer parte da comissão de Educação do Fundeb, que discute o financiamento da educação básica no Brasil inteiro". Combate às drogas: "Nós vamos criar um centro de referência para o acolhimento da pessoa com dependência química. Esse centro vai acolher, com muita humanidade, as pessoas e poder fazer, após o acolhimento, a discussão junto com as entidades que já fazem trabalho na cidade do Recife. Nós vamos intensificar parcerias com as igrejas evangélica e católica, pessoas que já trabalham, já têm a vocação do cuidado. Nós vamos ampliar, também, a rede de Cras (Centro de Referência de Assistência Social) na cidade do Recife e fortalecer o Compaz, que é uma política pública que gera cidadania, que gera oportunidade". IPTU: "Nós vamos fazer uma política de transformação digital. Isso é inovar, é dar um grande choque de gestão, que é um compromisso da nossa geração, de poder fazer com que você, que se comunica, você que tem uma maneira digital de agir e se relacionar, que a gente possa levar isso para o serviço público. Porque isso daí a gente traz a eficiência. A gente vai trazer, cada vez mais, serviços públicos com mais qualidade a ser ofertada. Isso é um compromisso nosso, é um compromisso de quem sabe fazer". Pessoas com deficiência: "Nós vamos criar um centro de referência para pessoa com deficiência na cidade e, sem sombra de dúvidas, será o maior e mais bonito da região Nordeste. Nós vamos fazer, também, três núcleos para o desenvolvimento infantil, para o diagnóstico precoce, para o acompanhamento, para terapia ocupacional, para fono. Para poder ter um profissional que acompanha o desenvolvimento dessa criança. E nós vamos fazer, também, as praças da infância, que serão espaços para poder ter atividades de lazer, lúdica, e, ao mesmo tempo, poder ter o acompanhamento dessas terapias complementares". Marília Arraes Educação: "Quem estava lá, do lado dos professores, lutando pelo piso, eu grávida, com a barriga pela boca, o bucho saindo pela boca, estava lá, lutando com junto com os professores. Mas veja bem, esses R$ 20 milhões a mais, porque o valor venal era cerca de R$ 17 milhões, esses R$ 20 milhões a mais que se gastou no prédio para secretaria [de Educação] poderia ter servido para construir, no mínimo, oito escolas de referência, como aquelas que estão lá, paradas porque Geraldo Julio não consegue concluir" Combate às drogas: "Nós vamos, sem dúvida alguma, ter todo o respeito e parceria possível com quem já faz esse trabalho, já dedica sua vida com amor, com atenção, com a dedicação que os seres humanos devem ter, com que a gente deve tratar com as outras. E vamos, sim, expandir a rede de Caps (Centros de Atenção Psicossocial), inclusive separando os Caps que tratam de dependentes químicos dos Caps que tratam de pacientes com doença mental. É muito importante, para a sociedade, que as famílias também sejam acolhidas nesse momento". IPTU: "O Recife é, sim, a capital do Nordeste onde se paga mais imposto. Em Fortaleza, por exemplo, que é uma cidade que entrega muito mais serviços que o Recife, hoje em dia, se paga cerca de R$ 750 por pessoa. O IPTU aumentou quase 100%, a taxa de lixo e coleta de lixo aumentou quase 200%. E 20% dos domicílios, das residências do Recife, sequer têm coleta de lixo. No Recife se cobra muito imposto e se entrega menos serviço para população, mas com a gente vai ser diferente". Pessoas com deficiência: "Nós temos uma proposta que vai impactar, sem dúvida alguma, na vida de mães, na vida de crianças, é o que já deveria estar sendo feito nas escolas. Deveria haver assistentes para acompanhar aquelas crianças que têm deficiência, para que as mães possam ir trabalhar, possam ficar tranquilas. Muitas mães precisam deixar de fazer tudo na sua vida para estarem na escola, acompanhando, porque não tem como deixar essas crianças. Jaboatão, aqui do lado, você que fala tanto em agregar, a gente está agregando. Pessoas que estão contra o PSB, que não querem que o PSB continue. Inclusive, o prefeito de Jaboatão, que é uma liderança inclusive que diverge bastante de nós. E lá tem um programa muito bonito de inclusão das crianças que precisam de assistência, inclusive tecnológica, para estarem nas aulas". Considerações finais Marília Arraes "Eu quero agradecer primeiramente a Deus, a toda a minha família, meu marido, a minha filha, minha enteada, meus pais, que me deram muito apoio durante esse período. Não está sendo fácil receber todos os ataques que eu tenho recebido. O candidato diz que reverteu decisões na Justiça, não é verdade, tanto é que as propagandas saíram do ar. Mas tem sido muito gratificante escutar e ver a esperança nos olhos das pessoas. O Recife já disse não nas urnas ao PSB, 70% escolheu candidatos que não eram do PSB e todo mundo sabe o que significa a continuidade dessa gestão. Significa que a cidade vai continuar parada, inclusive em serviços que são de extrema importância para a população. Meu adversário também insiste em fazer comparações, em atacar meu partido, que é aliado deles, está hoje no governo do estado, está na prefeitura. Foram aliados durante as gestões que ele tanto ataca. Durante os governos do presidente Lula, que tratava o pai dele como se fosse um filho, Pernambuco cresceu muito, e agora ele [Lula] está sendo atacado também, por conveniência, por oportunismo, ou simplesmente por questões eleitorais. Pode ser que daqui a dois anos seja diferente, como fez em 2018. Mas eu queria dizer que, do meu partido, eu sou o novo. Eu não tenho vínculo com nada do que ele me acusa e todo mundo sabe da minha postura. Não é arrogância, é firmeza. Às vezes não é fácil ver uma mulher que tenha firmeza nas suas atitudes. Mas, pra gente chegar até aqui, que nos últimos 15 anos nunca ninguém chegou para ter um percentual de intenções de voto maior do que o PSB, para chegar até aqui, tem que ter muita firmeza sim. Se a gente entrar pedindo licença, ninguém abre não. Mas eu quero dizer a vocês que fiquem animados. Esse tempo ruim do PSB está acabando. O futuro e a oportunidade de fazer é com a gente do lado de cá. O Recife tem a oportunidade de ter a primeira prefeita. Tenho 12 anos de vida pública. Tudo na minha vida foi construído passo a passo, uma coisa de cada vez, e isso me fez ter muita experiência, de vida, política, sem dúvida alguma, isso nós dá condições de conhecer o Recife e fazer uma grande gestão. Por isso, gente, vamos construir essa vitória mais bonita que o Recife já viu nos últimos tempos e vamos sim mudar a cidade." João Campos "A caminhada que me trouxe até aqui foi uma caminhada de muita luta e muito desafio, mas também de conquistas. Pude aprender desde cedo o que a boa política faz na vida de uma sociedade. Quando você coloca compaixão, quando você coloca a humildade, a humanidade e carinho por fazer as coisas, você consegue transformar a vida de uma cidade, de um estado, pode melhorar cada vez mais. Foi assim que eu fiz o meu mandato de deputado federal. Em um ano e meio a gente pode entregar tanto pelo Brasil. Na educação, na área da frente da renda básica, discutindo o auxílio emergencial, foi assim que a gente fez tudo na vida. Naturalmente, o Recife está, agora, num período de decisão. É importante você pensar o que é que você quer para o futuro da nossa cidade. Mudar, as pessoas sempre querem mudar. O que não pode é mudar para pior. Sempre vai querer mudar para melhor. O andar para frente, o olhar para o futuro, com otimismo, achando que tem jeito, sim, de construir uma vida melhor a cada dia, com a qualidade de vida, com a melhoria dos serviços públicos. Tem como fazer isso e eu estou à disposição disso. Eu estou à disposição de poder entender qual é a sua luta e o seu anseio. Poder representar ele à frente da prefeitura, e a gente só faz isso se a gente souber unir. Se a gente tiver a capacidade de unir as pessoas. No discurso não, porque no discurso cabe. Sempre que eu precisei fazer algo de relevante, eu uni muita gente. Foi assim quando a gente juntou todos os partidos da Câmara para formar uma CPI. Vinte e três dos vinte e quatro partidos, para formar uma frente, porque a capacidade de unir deve estar na natureza da pessoa, na capacidade de poder se juntar em torno de um objetivo, de fazer o Recife avançar. E aqui eu venho dizer a vocês que eu estou pronto para ser prefeito, estou pronto para poder governar nossa cidade, poder pedir a proteção de Deus e a sabedoria divina, sempre, para poder guiar, com muita honradez, a cidade do Recife. E no próximo domingo você vai ter oportunidade de fazer uma escolha. Participe, não deixe de votar. Você tem todo direito de escolher o seu voto e votar em quem você quiser, só não vote contra você. Só não vote contra você. Vote naquilo, naquela aquela pessoa que pode realizar um futuro melhor para sua vida. Muito obrigado e conto com vocês." Ao final do debate, os candidatos gravaram uma declaração para a TV Globo. João Campos: "É sempre importante poder debater a cidade, poder debater nossas propostas, projetos, poder fazer com que o Recife possa ser discutido e avançar cada vez mais. Aqui, eu vim de coração, para poder fazer essa discussão, trazer com muita força aquilo que a gente acredita. Poder dizer ao eleitor que confie na gente. Estamos a poucos dias das eleições e é fundamental a sua participação, é fundamental a sua participação nesse movimento democrático que são as eleições. E que você possa escolher o que é melhor para você, tenho certeza que, entre o passado e o futuro, o eleitor vai escolher o futuro da cidade do Recife, vai poder fazer o Recife avançar cada vez mais." Marília Arraes: "Foi um espaço muito importante para confrontar ideias, confrontar posicionamentos e experiência, também, entre os candidatos. No dia 15, o Recife deu um recado, 70% das pessoas votaram contra a continuidade do PSB na gestão. E aqui a gente sempre deixa muito claro que o meu adversário é a continuidade dessa gestão que o Recife não quer. O novo, o olhar para frente, é com a nossa candidatura. Nós não vamos aceitar os ataques, a campanha de baixo nível que está sendo feita. Nós estamos sempre fazendo propostas, sempre colocando a cidade em primeiro lugar. E, sem dúvida alguma, vamos construir uma grande vitória, com a primeira mulher prefeita do Recife." VÍDEOS: João Campos e Marília Arraes apresentam propostas para o Recife Initial plugin text

G1 transmitiu encontro ao vivo. Candidatos apresentaram propostas para a cidade de Maceió. Alfredo Gaspar e JHC participam do último debate na TV antes do 2º turno G1 transmitiu encontro ao vivo. Candidatos apresentaram propostas para a cidade de Maceió.

Candidatos do PSDB e do PSB à Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) discutiram propostas no estúdio da EPTV. Suely Vilela (PSB) e Duarte Nogueira (PSDB) em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/G1 Os dois candidatos à Prefeitura de Ribeirão Preto (SP) no segundo turno, Duarte Nogueira (PSDB) e Suely Vilela (PSB), participaram na noite desta sexta-feira (27) do debate realizado pela EPTV. O debate da EPTV foi mediado pelo jornalista Danilo Scochi e foi dividido em três blocos: 1º bloco: Perguntas com tema livre; 2º bloco: Perguntas com tema determinado; 3º bloco: Perguntas com tema livre mais considerações finais. Por conta da pandemia de Covid-19, candidatos e mediador, no estúdio, foram separados por um acrílico e ficaram em uma distância segura entre eles. Suely Vilela (PSB) e Duarte Nogueira (PSDB) são auxiliados por assessores no intervalo entre os blocos Érico Andrade/G1 Veja algumas das propostas por bloco 1º Bloco Debate dos candidatos a prefeito de Ribeirão Preto – 1º bloco Durante o primeiro bloco, candidatos trocaram farpas. O clima da campanha esquentou na reta final do 2º turno e as acusações, que antes ocorriam nas propagandas eleitorais, passaram a ser feitas no debate. Dentre os temas debatidos, de forma livre, estão economia e arrecadação de impostos, Instituto de Previdência dos Municipiários (IPM), saúde da família e esportes. Duarte Nogueira Arrecadação de impostos: “Nós vamos continuar com foco no IPVA, para que as empresas que tenham frotas na cidade e aqueles que têm locadoras façam o licenciamento desses veículos na nossa cidade, pra melhorar o nosso IPVA. E melhorar a nossa arrecadação de ICMS, a nossa parte em relação ao Governo do Estado, ativando ainda mais a atividade comercial". Saúde da família: "Quando eu assumi a Prefeitura, nós tínhamos 42 equipes de saúde da família, hoje tem 51. Eu só não pude aumentar mais porque eles precisam ser por médicos concursados e nós tínhamos problema de receita, falta de dinheiro, cidade quebrada e a Lei de Responsabilidade Fiscal nos impediu. Não pode ser médico temporário. A exigência da saúde da família é médico concursado, generalista”. Esportes: “Nós voltamos a disputar os jogos regionais, disputamos os jogos da melhor idade como campeões, jogos escolares. Ribeirão Preto hoje levou pra mais de 160 bairros o esporte. E o esporte tem que ser integrado com a educação e com a cultura, para que nós possamos complementar essas ações para o bom desenvolvimento dos nossos mas ao mesmo tempo ter boa qualidade de vida também dos nossos idosos.” Duarte Nogueira (PSDB) durante debate na EPTV dos candidatos a prefeito de Ribeirão Preto Érico Andrade/G1 Suely Vilela Arrecadação de impostos: “Nós vamos investir realmente no desenvolvimento econômico, porque dessa forma as pessoas nessa pandemia que perderam emprego, perderam renda, investindo na geração de emprego, geração de renda, nós vamos sim trazer mais arrecadação para Ribeirão Preto e mudar a realidade e o cenário do orçamento atual”. Saúde da família: “Nós vamos investir, sim, em prevenção. E prevenção se faz com atenção básica e, portanto, nas unidades básicas de saúde, na estratégia de saúde da família. Nós temos, atualmente, em torno de 46 equipes de saúde, o que dá uma cobertura de 23% (...) Essa é uma estratégia importantíssima para investir em prevenção”. Esportes: “Bom, a Secretaria de Esporte, ela tem um orçamento pequeno, é 0,39% do orçamento da Prefeitura, mas 70% é comprometida os servidores (...) E acabou-se os esportes nos bairros e também nas comunidades". Suely Vilela (PSB) durante debate na EPTV dos candidatos a prefeito de Ribeirão Preto Érico Andrade/G1 2º Bloco Debate dos candidatos a prefeito de Ribeirão Preto – 2º bloco No segundo bloco, os candidatos debateram assuntos como cultura e lazer, educação, saneamento básico e saúde. Os temas foram sorteados ao vivo pelo mediador. Suely Vilela Cultura: "Um dos grandes desafios da cultura, realmente, é o orçamento, que assim como no esporte, assim como no turismo. Então, nós vamos criar uma seção de convênios, de projetos para captar recursos, tanto recursos nacionais, quanto internacionais, para que possamos promover atividades culturais e também recuperar e manter o nosso patrimônio histórico. Mas nós queremos pensar a cultura de uma forma mais abrangente. Nós queremos agregar valor aos produtos da cultura, das artes, da literatura, o designer, o artesanato, a moda, a gastronomia e isso agregar valor a esses produtos, estimulando a economia criativa. E vamos, obviamente, preservar o nosso patrimônio histórico, fortalecer os conselhos da cultura". Saneamento básico: "O candidato se manifestou em várias oportunidades que o tratamento do esgoto é praticamente 100%, 98%. Uma coisa é tratar o esgoto, que está aí realmente numa faixa elevada, o que é muito bom. Mas nós precisamos coletar o esgoto. O que está coletado está sendo tratado, 98%. Mas, nós, andando por Ribeirão Preto, nas comunidades, nós temos esgoto a céu aberto, condições totalmente insalubres de saúde para as pessoas. Essa é a realidade. Então, é preciso investir também na coleta do esgoto. Esse é o grande desafio: coletar e tratar, e nós vamos também investir, buscar recursos para essa finalidade, e vamos investir também na preservação do meio ambiente, fazendo coleta seletiva, agregando valor à coleta seletiva para ajudar os catadores, as associações". Suely Vilela, do PSB, conversa com assessor no intervalo do debate em Ribeirão Preto (SP) Érico Andrade/G1 Duarte Nogueira Cultura: "Além de entregar todos os investimentos que estamos fazendo nos próprios tombados, históricos e de natureza cultural da nossa cidade, nós vamos trazer a Fábrica de Cultura 4.0, junto com o governo do estado. Vai ser a quarta do estado de SP - a primeira foi em São Bernardo, a outra é em Iguape, porque a outra é na favela de Heliópolis e a quarta vai ser na estrutura do complexo da Casa da Cultura, no Mosteiro de São Bento, utilizando também os equipamentos do Teatro Municipal e o Teatro de Arena, que fica totalmente reformado até o mês de fevereiro, quando conclui as obras, pra que nós possamos ter tanto fábricas de cultura, artistas locais, a parte de programação normal dos próprios dois teatros, mas também que sirvam de espaço pra que os artistas locais também possam fazer a sua arte". Saneamento básico: "Nós temos hoje, provavelmente, mais de 99% da nossa cidade com coleta de esgoto. As regiões que são irregulares e, por isso, que eu estou fazendo a regularização fundiária, algumas delas não têm o esgotamento sanitário, por impossibilidade do poder público de fazer uma área que está irregular. Por isso que nós estamos fazendo os programas de regularização nas comunidades. E o programa de redução de perdas atinge R$ 150 milhões. Pra diminuir a nossa sobrecarga de ficar extraindo água, 4,2 mil litros por segundo do Aquífero Guarani, pra poupar este manancial precioso de água mineral pra gerações futuras. Evitar perdas, diminuir o gasto com energia elétrica das bombas e gastar, portanto, recursos diretamente pra população". Duarte Nogueira (PSDB) ao lado de assessor durante intervalo do debate em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/G1 3º Bloco Debate dos candidatos a prefeito de Ribeirão Preto – 3º bloco Na terceira parte, os candidatos falaram, de forma livre, sobre orçamento da Prefeitura para a próxima gestão, colocação de Ribeirão Preto na região metropolitana, vagas em creches e, por fim, segurança pública. Novamente, os concorrentes à chefia do Executivo trocaram acusações. Ao término da apresentação de propostas, os candidatos fizeram as considerações finais. Duarte Nogueira Caixa da Prefeitura: “Nós conseguimos equilibrar o orçamento em 2017, porque fizemos muitas economias. Portanto, houve superávit no primeiro ano. E mais do que isso, nós pagamos a última parcela da dívida de curto prazo, que é aquela deixada pela ex-prefeita, de R$ 334 milhões de reais, com a última parcela em janeiro desse ano. Estou pagando, agora, dia 18 de dezembro, a última parcela da dívida dos 28,35% do Plano Collor dos servidores municipais. R$ 278 milhões, pagos em 44 parcelas”. Segurança: “Das 24 câmeras do Olhos de Águia, nós ampliamos mais 16. São 40. Além disso, 55 outras instaladas ou sendo instaladas nas entradas da cidade. Tivemos até que estender a rede de fibra ótica da Coderp pra transmissão de dados, para ligar todas essas câmeras no sistema Detecta. Contratamos 48 novos guardas civis metropolitanos, trocamos armamento, trocamos a parte de fardamento, munição, armas. Fizemos a Operação Delegada, que se quer existia”. Considerações finais: “Ribeirão Preto não pode parar. Ribeirão Preto não pode ser um laboratório. É uma cidade, uma das mais 20 importantes cidades do nosso país. Precisa ter uma gestão profissional, de gente preparada, que conheça os contatos, não só da cidade, mas de toda a região e de Brasília e de São Paulo. Não pode fechar as portas pra poder conseguir recurso extra orçamentário e investir na pessoa, no ser humano, principalmente na educação pública, na saúde do SUS, na boa infraestrutura de mobilidade urbana e no próximo governo eu quero acelerar ainda mais a questão da zeladoria”. Duarte Nogueira (PSDB) faz avaliação do [ultimo debate antes do 2º turno das eleições em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/G1 Suely Vilela Caixa da Prefeitura: “Nós temos um orçamento totalmente comprometido, sem investimentos e uma dívida fundada, que de acordo com a Lei Orçamentária de 2021 é cerca de R$ 600 milhões. Além desse valor do IPM, que constava em 2020 de R$ 270 milhões. Portanto, uma dívida de R$ 870 milhões. O grande desafio do próximo prefeito será equilibrar os cofres da Prefeitura. E isso nós vamos fazer investindo em desenvolvimento econômico, para gerar emprego, gerar renda e gerar mais arrecadação para a Prefeitura”. Segurança: “Vamos investir nas parcerias com a Polícia Militar, fortalecendo o programa atividade delegada. Vamos fortalecer a nossa Guarda Civil Metropolitana, não só para proteger os equipamentos públicos e o patrimônio público, mas também ampliar as suas atribuições. Vamos também fortalecer os conselhos de segurança nos bairros, que tem projetos fantásticos e nós vamos apoiar. Vamos também criar o vídeo câmera, que são para olhar a cidade em todo o seu entorno”. Considerações finais: “Nós temos aí duas propostas: a proposta do nosso adversário, o prefeito, e a nossa proposta. A proposta do Prefeito, vocês já conhece, que é uma proposta onde crianças sem creche, saúde em péssimas condições, filas enormes para eh conseguir uma consulta, conseguir um exame, cerca de um ano e quatro meses pra fazer o exame de colonoscopia. E a nossa proposta, que é uma proposta de um governo sério, de um governo com gestão profissional, planejamento e gestão de qualidade. Sei como fazer. Fui reitora da USP. Administrei um orçamento, que é o dobro do orçamento da Prefeitura”. Suely Vilela (PSB) avalia o último debate antes do 2º turno das eleições em Ribeirão Preto, SP Érico Andrade/G1 Initial plugin text Veja mais notícias das eleições na região de Ribeirão Preto e Franca

Herzem Gusmão (MDB) e Zé Raimundo (PT) foram os dois mais votados no dia 15 de novembro. Programa foi apresentado pelo jornalista Judson Almeida, da TV Sudoeste. Candidatos à Prefeitura de Vitória da Conquista discutem propostas em debate na TV Thiago Araújo / TV Sudoeste Os dois candidatos que disputam em segundo turno a Prefeitura de Vitória da Conquista, cidade do sudoeste da Bahia, participaram, na noite desta sexta-feira (27), do debate promovido pela TV Sudoeste. Durante o programa, Herzem Gusmão (MDB) e Zé Raimundo (PT) falaram sobre temas livres e também fizeram questionamentos aos concorrentes com assuntos pré-determinados. Saiba tudo sobre eleições na Bahia Veja como foi o debate entre os candidatos à Prefeitura de Feira de Santana O debate, que teve mediação do jornalista Judson Almeida, da TV Sudoeste, foi dividido em três blocos e teve duração de uma hora e oito minutos. As regras do programa foram definidas com representantes dos partidos previamente. Entenda cada bloco: Primeiro bloco: perguntas entre candidatos. Segundo bloco: perguntas pré-determinadas feitas pelos jornalistas da TV Sudoeste. Terceiro bloco: perguntas entre candidatos e considerações finais. No primeiro bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si, com temas livres. Obras e infraestrutura, esportes, transportes, educação, cultura foram os assuntos que pautaram a primeira etapa da sabatina. No segundo bloco, de temas pré-determinados, os candidatos falaram sobre propostas para o transporte público, animais de rua, atenção à população de rua e atendimento nos postos de saúde. No terceiro bloco, que também foi de temas livres, os candidatos voltaram a abordar as propostas para a área de infraestrutura ao falarem sobre o asfaltamento nas ruas, e também sobre o transporte público. Além desses temas, os dois candidatos falaram sobre atuação na zona rural e propostas para a área da saúde. No primeiro turno, o candidato a prefeito mais votado foi Zé Raimundo, que teve 81.721 votos (47,63%). O segundo mais votado foi Herzem Gusmão, que obteve 78.732 (45,89% ). Eles tiveram outros concorrentes: David Salomão (PRTB), Romilson Filho (PP), Cabo Herling (PSL), Maris Stella (REDE), Professor Ferdinand (PSOL). Considerações finais O último bloco foi reservado para que cada um dos candidatos fizesse as considerações finais. Veja o que cada um disse: Herzem Gusmão (MDB): “Nós queremos anunciar para Conquista que nós iniciamos uma obra fantástica, o acesso para o aeroporto, os campinhos, porque o nosso aeroporto só tem a BR-116. Nós estamos felizes com tantas realizações. Nós agradecemos a Deus. Nós que planejamos essa cidade. As bênçãos de Deus recaem sobre essa cidade. Conquista está comparando, nunca se realizou tantas obras em tão pouco tempo. Algo inédito: nós entregamos mais de 6 mil escrituras. Nenhum prefeito na história de Conquista fez isso, dando dignidade às pessoas. Priorizamos a periferia, a zona rural, o centro, embelezando essa cidade. A cidade a cada dia mais agradável, mais leve, mais prazerosa para se morar. Portanto, eu estou feliz e por isso que a cidade reconhece que igreja aberta é 15. Que comércio aberto é 15. Mais saúde, mais planejamento é 15. Eu diria que Vitória da Conquista, uma cidade que avança, com essas mais subprefeituras é 15. Vamos copiar Neto, que tem prefeitura de bairro. Vamos lançar, a partir do ano que vem, prefeitura de bairro. Nós temos bairros que são verdadeiras cidade. E nós precisamos, assim como vamos fazer na zona rural. Iremos buscar esses bairros gigantes para colocar uma prefeitura de bairro. Bairros esquecidos 40 anos. O Conveima ficou sem asfalto, precisou a gente chegar. Mas, Conquista, domingo é o dia para o exercício da cidadania e democracia. Permaneçam em paz. Vote com convicção. Nos dê esse voto de confiança. Conquista está analisando os nossos quatro anos. Tantas obras, tantas realizações, com planejamento estratégico. Trouxemos a Dom Cabral, a FEP (Fundação Escola Politécnica). Tantas assessorias: Curitiba, Via 11. Muito obrigado Conquista, que deus nos abençoe e que nós iremos nesse domingo à vitória com o 15. Um grande abraço e até domingo". Zé Raimundo (PT): “Muito obrigado, Vitória da Conquista. Meus amigos, minhas amigas, meus companheiros; lideranças comunitárias, religiosas, evangélicas, católicas. De todas as religiões, as religiões afro-brasileiras, espirituais. Todos os companheiros e companheiras que marcharam comigo e com Luciana, essa querida jornalista, jovem que gosta da cultura, que vai estar ao meu lado, se Deus permitir, a partir de janeiro, trabalhando pela nossa cidade. Eu queria agradecer a vocês pela confiança que vocês me deram. Agradecer as nossas lideranças políticas, os nossos deputados federais, os nosso senadores, o nosso governador, os nossos vereadores. Eu quero contar com vocês para poder conseguir recursos. Infelizmente, o prefeito atual não conseguiu trazer uma obra para Vitória da Conquista por conta própria. O que ele fez foram investimentos, empréstimos que nós deixamos e que a Câmara aprovou. Eu quero desejar a cada um de vocês, aos jovens, muita esperança. Eu estou na política não para cultivar o ódio, não para cultivar a raiva. Estou na política há mais de 55 anos porque desde os 12 anos que eu milito em grupo de jovens. Deus me permitiu que eu chegasse a vice-prefeito e prefeito dessa querida cidade que é referência nacional. Eu quero construir uma grande parceria com a sociedade de Vitória da Conquista. Com os empresários, com os movimentos sociais para que a gente retome o crescimento. Vamos trabalhar para nós duplicarmos a BR-116, a Rio-Bahia, para que Conquista receba novos investimentos. Com Rui, já fizemos aeroporto. Está chegando aí a nova barragem para poder garantir recursos hídricos. Vamos terminar o Hospital Afrânio Peixoto, 65 leitos. Vamos implantar o centro de saúde mulher. Vamos levar exames especializados para os distritos. Vamos duplicar a participação de Vitória da Conquista na nossa policlínica, que o prefeito Herzem não quis. Não queria policlínica, no final foi forçado. Portanto, que Deus nos abençoe e, nesse domingo, vote 13. Vote Zé, vote PT". Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Assista aos vídeos do BATV 💻

Assista aos vídeos de Caio Cunha e Marcus Melo. Assista aos vídeos de Caio Cunha e Marcus Melo.
Nesta sexta (27), a GloboNews transmitiu o debate entre os candidatos à Prefeitura do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM). Debate do segundo turno das eleições entre os candidatos a prefeito do Rio: Crivella e Paes Nesta sexta (27), a GloboNews transmitiu o debate entre os candidatos à Prefeitura do Rio Marcelo Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM). O debate teve três blocos: o primeiro e o terceiro com temas livres, e o segundo, com temas determinados por sorteio. Os candidatos tiveram 30 segundos para perguntas; um minuto e meio para respostas, um minuto para réplicas e 45 segundos para tréplicas. As perguntas foram feitas de candidato para candidato. No bloco com temas determinados, o mediador sorteou o tema abordado. No terceiro bloco, cada candidato também fez suas considerações finais
G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre Sebastião Melo (MDB) e Manuela D’Ávila (PCdoB). Reveja último debate entre os candidatos à prefeitura de Porto Alegre: Sebastião Melo e Manuela D’Ávila G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre Sebastião Melo (MDB) e Manuela D’Ávila (PCdoB). Sebastião Melo (MDB) e Manuela D’Ávila (PCdoB) disputam o 2º turno para a Prefeitura de Porto Alegre. Melo tem 62 anos e obteve 31,01% dos votos no 1º turno. Manuela tem 39 anos e teve 29% dos votos no 1º turno
G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre os candidatos que disputam o 2º turno na cidade da Região Sul. Reveja o último debate entre os candidatos à prefeitura de Pelotas: Paula Mascarenhas e Ivan Duarte G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre os candidatos que disputam o 2º turno na cidade da Região Sul. Paula Mascarenhas e Ivan Duarte disputam 2º turno em Pelotas, no Sul do estado.. Paula Mascarenhas (PSDB) tem 50 anos, é professora e candidata à reeleição na cidade.. Ivan Duarte (PT) tem 58 anos, é casado e tem ensino superior completo. Atualmente é vereador.. Acompanhe ao vivo pelo G1 RS.
G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre os candidatos que disputam o 2º turno na cidade da Região Central. Reveja último debate entre os candidatos à prefeitura de Santa Maria: Sergio Cecchin e Pozzobom G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre os candidatos que disputam o 2º turno na cidade da Região Central. Sergio Cecchin e Pozzobom disputam 2º turno em Santa Maria, na Região Central do estado.. Sergio Cechin (PP) tem 66 anos e é o atual vice-prefeito da cidade. . Jorge Pozzobom (PSDB) tem 50 anos e é o atual prefeito de Santa Maria.. Acompanhe ao vivo pelo G1 RS.
G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre Pepe Vargas (PT) e Adiló (PSDB). Reveja último debate entre os candidatos à prefeitura de Caxias do Sul: Pepe Vargas e Adiló G1 RS e a RBS transmitiram ao vivo o debate entre Pepe Vargas (PT) e Adiló (PSDB). Pepe Vargas (PT) e Adiló (PSDB) vão decidir, em 2º turno, quem será o prefeito de Caxias do Sul. Pepe Vargas (PT) tem 62 anos e teve 34,20% dos votos no 1º turno. Adiló Didomenico tem 68 anos e obteve 15,44% dos votos no 1º turno
TV TEM e G1 transmitiram debate ao vivo Reveja: Dr. Raul e Suéllen Rosim participam de debate na TV TEM TV TEM e G1 transmitiram debate ao vivo

TV Cabo Branco, G1 e CBN transmitiram debate ao vivo nesta sexta-feira (27), depois da novela 'Força do querer'. Debate da TV Cabo Branco no segundo turno com os candidatos à prefeitura de João Pessoa TV Cabo Branco, G1 e CBN transmitiram debate ao vivo nesta sexta-feira (27), depois da novela 'Força do querer'. Reveja o 1º bloco do debate. Reveja o 2º bloco do debate. Reveja o 3º bloco do debate
Encontro entre os candidatos que disputam 2° turno em Taubaté foi mediado pelo jornalista Rogério Corrêa. Reveja: Saud e Loreny participam de debate da TV Vanguarda em Taubaté Encontro entre os candidatos que disputam 2° turno em Taubaté foi mediado pelo jornalista Rogério Corrêa.